Gestão estratégica e Inovação

Frases de inspiração | Sheryl Sandberg

Sheryl Sandberg é a chefe de operações do Facebook desde 2008. Em 2012, foi a primeira mulher a entrar para o conselho de administração da empresa. Dois anos depois, foi eleita pela Fortune uma das 10 mulheres de negócios mais poderosas do mundo. Sobre a relação entre proatividade, um conceito muito popular nos últimos tempos, e liderança, ela aconselha:

“Tome a iniciativa. É difícil imaginar uma pessoa como líder se ela está sempre esperando que alguém lhe diga o que fazer.”

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Tudo que sabemos sobre inteligência emocional pode estar errado

Recentemente publicamos um teste de inteligência emocional, inspirado nos estudos de Travis Bradberry, o expert do tema. Então, por que diríamos que esse conceito pode estar errado? Um dos mais populares de todos os cursos da Harvard, de Filosofia Chinesa, praticamente se opõe ao que conhecemos por inteligência emocional.

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Truques sobrenaturais para impulsionar seu sucesso profissional

O que uns chamam de superstição outros chamam de sabedoria milenar. Alguns guiam suas vidas pessoais e suas carreiras pela crença no sobrenatural, outros são simplesmente céticos. De que lado você está? Se você sentiu uma pontada de curiosidade ao ler o título deste post e está disposto(a) a tentar outras estratégias para acelerar seu sucesso profissional, aqui vão 10 truques – capazes de purificar até mesmo as ondas de inveja que você recebe. Na dúvida entre seguir ou não esses truques, lembre-se de que você não tem nada a perder…

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Silvio Celestino: Sua carreira é um emprego

Por Sílvio Celestino*

Em uma apresentação sobre como fazer networking, Márcia Arcoverde, headhunter, disse que “a carreira é um emprego”. E ela tem toda a razão. Imagine que você está empregado em uma empresa e que, para fazer seu trabalho, deve  visitar certo número de clientes, apresentar bem seu produto, fazer uma proposta e vender. O que acontecerá, se você faltar ou for negligente em uma dessas etapas? Bem, o resultado é que a venda exigirá um enorme gasto de energia, levará mais tempo que o desejado ou, o que é mais provável, não ocorrerá.

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O que fez um seleto grupo que já superou a crise econômica

Para identificar estratégias adotadas por empresas durante uma crise econômica e avaliar sua eficácia, os pesquisadores da Harvard Business School Ranjay Gulati, Nitin Nohria e Franz Wohlgezogen estudaram 4.700 empresas durante três grandes recessões mundiais: a crise de 1980 (1980-1982), a contração de 1990 (1990-1991) e o colapso de 2000 (2000- 2002).

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Como dizer “não” sem culpa e salvar sua produtividade no trabalho

“Isso não é pra você”, “Não toca aí”, “Não é assim que se faz”… O número de negações que recebemos quando crianças é bem maior do que o de permissões. Talvez por conta disso, mesmo quando crescemos, ainda fiquemos constrangidos ao ouvir um “não”, e tentemos ao máximo evitar dizê-lo a outras pessoas. E assim, para se sentir aceito(a) pelo grupo, ou provar que é competente, você acaba confundindo consentimento com pertencimento, e negação com grosseria, distância e fracasso. E por medo de ser visto(a) dessa forma, você acaba sacrificando sua produtividade no trabalho. Não mais. Vamos te ajudar a desconstruir sua culpa por dizer “não” – seja para os outros ou para você mesmo(a).

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Silvio Celestino: Por que os mentirosos prosperam?

Por Sílvio Celestino*

Eu conversava com um amigo da área de tecnologia da informação, que me dizia não compreender como uma grande fabricante de computadores estava com um enorme prejuízo deixado por um executivo de vendas que acabara de ser demitido. O presidente da empresa fora informado pela auditoria sobre a descoberta de uma série de não conformidades de responsabilidade do executivo. O prejuízo acarretou uma restruturação da área, e aqueles que ficaram teriam de recuperar os números da empresa. Isso significava uma pressão extra em um momento já muito desfavorável, sem contar a frustração e o estresse.

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Meu colega é um computador: Máquinas como força de trabalho

Num mundo em que a tecnologia permeia nossa existência, profissionais de recursos humanos e analistas de negócios dão duro para responder às grandes questões sobre o impacto dos computadores no ambiente de trabalho. Quando tantos processos podem ser automatizados – e os dados nos mostram que computadores podem facilmente substituir três ou quatro empregos e ainda ser bem mais barato – temos de nos perguntar: qual o papel das máquinas nesse cenário?

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