Sua falta de concentração está com os dias contados

Sua falta de concentração está com os dias contados

Você nunca consegue começar e concluir algo no prazo, e sempre precisa de mais tempo. Daí que você tem a sensação de estar em débito frequente com as pessoas, não é mesmo? E consigo mesmo também, porque aquele seu projeto pessoal não sai do lugar há anos. Qual o diagnóstico, afinal? Falta de concentração ou preguiça crônica? Quem está de fora pode não te compreender, mas não é por isso que deve se resignar e se tratar como preguiçoso(a). Por isso, estamos aqui para te indicar 10 truques, ou, como preferimos chamar, 10 golpes fatais para sua falta de concentração.

Aquecimento

1. Notificações, renda-se a elas

É isso mesmo. Mas, só pelo tempo que você limitar. Seja honesto(a) consigo mesmo(a) e se dê cinco minutos para checar suas notificações das redes sociais. Às vezes, não adianta lutar contra a tentação. Mas são só cinco minutos. Depois desse alívio, feche o navegador, ative o modo silencioso do celular, guarde-o na gaveta e ponha os fones de ouvido.

2. Entre de cabeça na vibe

Com os fones no ouvido, é hora de escolher a trilha para embalar o seu trabalho, que pode ser… Nenhuma. Só o fato de abafar o som externo e inibir o pessoal de te interromper, por ver que você está concentrado(a), já é um remédio contra sua falta de concentração. Ponto para você! Agora, se preferir escutar música, não escolha nada que te emocione ou remeta a momentos marcantes. Pois tudo que você não precisa agora é ter um filme passando na sua cabeça. Aqui neste artigo você encontra dicas para escutar música grátis e melhorar o humor e a concentração.

Luz, câmera, ação!

3. Selecione seu foco

Ao escolher uma única tarefa para se concentrar, foque-se nela de verdade. Responder e-mails? Preparar uma apresentação? Analisar uma pesquisa? O que importa é começar uma tarefa realmente importante. Se não souber, pergunte. É do interesse geral que você se foque no mais estratégico.

Perfeccionismo? Não agora que você está se curando da falta de concentração. Mais vale se focar em entregar uma tarefa de boa qualidade, do que uma incrível fora do prazo. Essa regra vale inclusive para aquele projeto pessoal que você guarda na gaveta ou não começou por receio de parecer medíocre.

4. Esmiúce seu foco

Segundo Stephen Guise, autor do livro Mini Habits (Mini Hábitos, em português), “todos nós prestamos um grande desserviço a nós mesmos quando assumimos que um objetivo importante pode ser resumido em uma só frase”. Por ex.: Ir à academia. Na realidade, somos como computadores, precisamos de instruções específicas para funcionar. Por isso, o conselho é: esmiúce seu foco em passos. Por ex.:

Ir à academia
1. Escolher a roupa adequada;
2. Vesti-la;
3. Pegar a garrafa d’água, as chaves, a carteira e o celular;
4. Ir a pé até a academia,
5. Malhar de fato.

Uma lista óbvia, mas muito mais eficiente do que “Ir à academia”. Isso porque ela diz qual é o primeiro passo: “Escolher a roupa adequada”. E com o tempo, é dele que você irá se lembrar quando desejar ir à academia.

5. Retome seu foco

A cada etapa concluída, você poderá sucumbir à falta de concentração. Pois, ao mesmo tempo em que somos como computadores, somos piores que um peixinho de aquário em matéria de atenção. Por isso, depois de esmiuçar seu foco em um passo-a-passo, retome a lista para conferir cada item, em vez de prosseguir mentalmente e dar sopa para o azar.

Recapitulando…

– Selecionei meu foco? Dar um nome a ele.
– Esmiucei meu foco em passos? Definir o primeiro passo.
– Estou me distraindo? Retomar o próximo passo até a tarefa estar completa.

Caso você trave

6. “Já resolvi problemas mais difíceis”

Se, apesar das notificações checadas, dos fones, do seu foco selecionado e esmiuçado, você sofrer com a falta de concentração, tente se encorajar. Literalmente, fale sozinho(a) – sem medo de ser feliz. O pesquisador Joseph Cardillo aconselha que você mentalize frases como “Já resolvi problemas mais difíceis que este” ou insista consigo “Continue aqui. Continue aqui”. Ou ainda, construa seu raciocínio em voz alta. Outro caminho, sugere a psicóloga Lucy Palladino, é manter por perto um amuleto, seja um artigo que você publicou, um prêmio recém-conquistado, ou a foto de alguém que crê no seu talento.

7. Uma é pouco

Para mentes fervilhantes como a sua, ter apenas a lista de tarefas pode não ser o bastante. Você precisa de uma lista extra, informal, em que você possa anotar seus pensamentos aleatórios. Pode ser um bloco de notas virtual ou um caderninho. O essencial é que você controle seu instinto de fazer duas coisas ao mesmo tempo (ou nenhuma), e não passe raiva por ter perdido aquele superinsight porque não o anotou na hora.

Fora do expediente

8. Comece um esporte com um amigo

Corrida, caminhada, musculação, pilates, yoga, meditação… As possibilidades de se movimentar ou relaxar nunca foram tantas. Por isso, não vai ser difícil você convencer algum amigo a se exercitar com você – caso você se desmotive fácil de atividades físicas – e desenvolver sua capacidade de concentração. Pois, segundo um estudo da Universidade de Illnois, quem se exercita regularmente não só se move mais rápido do que os sedentários como também processa mais informações e raciocina com mais agilidade.

9. Durma um tiquinho mais esta noite

Somente 0,2% da população consegue ter um bom desempenho (como boa memória e foco) dormindo menos de seis horas por noite, aponta uma pesquisa da Universidade de São Francisco. Apesar de você (e muitos de nós) se achar invencível, a chance de você estar entre esses 0,2% é mínima. Agora que você sabe que dormir mais faz bem para você, vai tentar dormir mais cedo hoje?

10. De barriga vazia, não há foco que dure

O que a sua comida tem a ver com sua falta de concentração? Na verdade, muito. Grãos no café da manhã. Folhas verdes no almoço. Um cafezinho à tarde. Essa é a dieta que o site Eating Well recomenda para quem precisa melhorar o foco, a memória e o raciocínio. Já o site Draxe acrescenta outros alimentos, bem saborosos: chocolate amargo e coco, entre os doces, e ovos e brócolis, entre os salgados.

>> Vídeo recomendado: Jean-Philippe Lachaux, diretor de pesquisa do INSERM (Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica), na França, trata de atenção, distração e a guerra em nosso cérebro.

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