Gestão estratégica de pessoas: Truques dos treinadores para motivar atletas

Gestão estratégica de pessoas: Truques dos treinadores para motivar atletas

O que leva um atleta a continuar quando vencer já não é uma possibilidade? Um maratonista de longas distâncias não para de correr, mesmo sabendo que os campeões cruzaram a linha de chegada ainda ontem. Percebe como existe um propósito maior do que conquistar o primeiro lugar? Quem também diz isso é Don MacNaughton, consultor e especialista renomado em alto desempenho. Ele acredita que os atletas tendem a se empenhar por três metas principais. Confira quais são e desenvolva sua gestão estratégica de pessoas com isso em mente sempre que precisar reanimar a equipe.

1. Domínio

Quando sua meta pessoal é ser mestre naquela tarefa. Sua busca é pelo autoaperfeiçoamento e seu sucesso está em atingir um bom desempenho, mesmo que não seja o topo do pódio. Pessoas motivadas pela oportunidade de aumentar o seu domínio sobre uma tarefa buscam se superar até conquistarem um desempenho excepcional.

2. Vaidade

Quando sua meta pessoal é mostrar para os concorrentes um desempenho superior. Sua busca é por deixar os outros impressionados com sua capacidade e ser invejado é um sinal de sucesso. Pessoas motivadas pela vaidade se esforçam para provar que são as melhores do seu grupo.

3. Aprovação social

Quando sua meta pessoal é agradar os outros ou alguém em especial e se sentir aceito(a) por seu desempenho. Pessoas motivadas por esse tipo de objetivo podem se destacar como líderes de equipe, porque buscam desenvolver um sentimento de pertencimento e colaboração em seu time.

4. Ou ainda, um misto

Muitos atletas são motivados tanto pelo domínio quanto pela vaidade. Um bom exemplo disso é Linford Christie, prata nas Olimpíadas 88. Em entrevista, ele contou que, sim, havia corrido para ganhar e acreditava que pudesse. Um atleta movido pela vaidade, podemos concluir. No entanto, sua satisfação por ter batido seu próprio recorde e ter se tornado o primeiro europeu a correr 100m em menos de 10s revela que ele também era estimulado pelo domínio de sua habilidade.

(Bônus) Lidando com o fracasso

Se você se empenha porque a vaidade é o que move você, quando não consegue a vitória, você pode ficar mais abalado(a) por sua reputação do que estimulado(a) a se superar – e isso não é nada positivo nem para sua vida profissional nem para sua vida pessoal.
Em sua pesquisa sobre as várias mentalidades humanas, Carol Dweck foi até uma sala de aula infantil e deu às crianças um desafio. Quando Carol enfatizou que a meta das crianças era dominar aquela tarefa, elas revelaram um grande esforço e muita perseverança para completá-la. Já quando foi passada uma tarefa semelhante, mas a meta das crianças era impressionar os colegas, a reação ao desafio dependia da capacidade percebida, ou seja, de quão competente cada um se sentia. As crianças com alta capacidade percebida se saíram bem, mas ignoraram a oportunidade de melhorar sua competência se isso significasse cometer um erro em público. Enquanto isso, crianças com baixa capacidade, além de mal sucedidas na tarefa, tendiam a desistir completamente.
Este experimento nos mostra que quando a meta é atingir o domínio, a maestria de uma tarefa, a motivação é muito maior do que quando a autoimagem está em jogo. Agora você sabe o que, afinal, leva uma criança, um maratonista de longas distâncias e qualquer profissional a se empenhar. Lembrar-se disso é fundamental para aprimorar sua gestão estratégica de pessoas e, igualmente, desenvolver os talentos da sua empresa e criar uma liderança mais influente.
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