5 ingredientes secretos para uma empresa se reinventar na crise financeira

5 ingredientes secretos para uma empresa se reinventar na crise financeira

Uma crise financeira como a nossa tende a desencorajar qualquer esforço de inovação. Pode, inclusive, criar indisposição entre conservadores, que têm suas razões para duvidar, e criativos, que ainda acreditam na chance de a empresa ser um ponto fora da curva. Por falar em criatividade, temos boas dicas para vencer seu bloqueio criativo e outras para estimular ideias ousadas na sua equipe. Aliás, ser do segundo time, que apoia a reinvenção constante, seja a sua própria quanto a da sua empresa, é o que incentivamos.

Para este post, pesquisamos pesquisas sérias sobre crises e seus efeitos. Com isso, chegamos a cinco ingredientes secretos para criar o antídoto de que sua empresa precisa para se livrar da velha maldição – a recessão.

1. Liberdade para os líderes

“Reuniões de planejamento estratégico, pesquisas de mercado, road map detalhado do produto, plano de negócios para três anos… Isso tudo faz parte do mundo corporativo, mas pode limitar seriamente a inovação”, alerta Avner Mor, ex-VP da Deutsche Telekom e ex-gestor geral do centro de desenvolvimento da Microsoft de Israel.

O que ele recomenda não é abandonar nada disso, mas entender que não é possível conhecer tudo sobre seu produto ou mercado daqui a um ano, por exemplo. Por isso, manter a equipe presa a um planejamento de cada passo e invalidar ideias que surjam no meio do caminho, porque fogem do plano, não parece sensato, especialmente durante uma crise financeira.

2. Investimentos pontuais

Um estudo de 2011 da European Business Review que analisou os investimentos em inovação das empresas antes da crise econômica de 2008 e depois, em resposta à ela, revela que as poucas corporações que nadaram contra a corrente, superando a recessão, realizaram investimentos pontuais e estratégicos.

Foram eles: pesquisas (terceirizadas e internas), aquisição de tecnologias, design, marketing, e no treinamento dos profissionais, com o objetivo de capacitá-los para desenvolverem novos produtos e serviços. Neste outro post, contamos qual a combinação não tão óbvia que tirou 9% das empresas da crise.

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3. Tolerância ao erro

“Grandes empresas tendem a se esquecer de que falhas são fontes de informação e que, às vezes, merecem até ser recompensadas, pois um risco foi assumido. No longo prazo, esse é o único caminho para se construir programas de inovação bem-sucedidos”, conclui Avner Mor.

Porém, nem sempre haverá consenso entre as partes logo após uma decisão, e nem sempre todos estarão seguros em correr certos riscos. No entanto, durante uma crise financeira, é preciso haver a maior disposição e integração possível. Nessa hora, cabe aos líderes envolvidos, ou a um time designado (como um comitê de inovação), a tarefa de amenizar atritos, fortalecer alianças e se deixar um clima amigável no escritório. A propósito, oferecemos alguns conselhos para você se comunicar melhor.

4. Reconhecimento à inovação

Uma pesquisa de 2015, conduzida pela MindMatters, mostra que o desafio está em vencer um paradoxo. Enquanto 55% dos profissionais entrevistados disseram que suas organizações tratam o capital intelectual como um recurso valioso, só 16% acreditavam que seus empregadores valorizavam seu desenvolvimento profissional como função do negócio.

Além disso, o desencorajamento nas empresas se revelou preocupante: 49% dos profissionais afirmaram que não iriam receber benefício ou reconhecimento algum por contribuírem com novas ideias e trabalhar pela inovação.

5. Interpretação dos dados

Algumas estratégias recomendadas para aumentar a receita da sua empresa envolvem pesquisas e estudos internos. A primeira delas, tendência no mercado, é o estudo de personas (leia mais a respeito aqui) e consiste em entender quem são seus clientes e leads (potenciais clientes), como eles agem, como chegaram ao seu produto, quais suas dores e necessidades do dia a dia. Com isso em mente, fica mais simples direcionar argumentos de vendas que conversam melhor com cada persona, e também quais linhas de conteúdo interessam a cada uma.

Uma segunda estratégia são as análises de engajamento, que servem para determinar desde o que torna um lead qualificado até o tipo de comportamento comum entre seus clientes mais engajados. Identificado isso, será possível saber áreas do seu produto ou serviço que merecem mais atenção, que precisam se tornar mais compreensíveis ou mais bem comunicadas. Em suma, aumentar as chances de seus clientes gostarem e decidirem pela sua marca, em detrimento de todas as outras.

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