Desenvolvimento de profissionais de TI: conheça as certificações e as tendências

Desenvolvimento de profissionais de TI: conheça as certificações e as tendências

Os tempos mudam, as demandas também. Esta tônica vale para o universo da gestão como um todo, mas, em algumas áreas, a questão é ainda mais latente e urgente. A de tecnologia é uma delas, já que inovações surgem a todo momento e com mais rapidez do que em outros departamentos. Logo, os profissionais de TI devem se manter em constante desenvolvimento, se atualizando e conhecendo a fundo os conceitos e as metodologias que aparecem.

O seu papel, como líder, é de estimular esse desenvolvimento e de criar meios para que ele seja contínuo. Até porque, sua empresa só tem a ganhar com isso. E uma das formas de fomentar o aperfeiçoamento dos seus profissionais de TI é justamente ler este artigo.

As certificações mais “quentes” para profissionais de TI

Vamos começar por algumas das certificações mais “quentes” do momento — lembrando que essas qualificações correspondem a cursos técnicos, e são as chancelas das habilidades dos profissionais de TI. Ou seja, funcionam como termômetro de suas aptidões.

Saber quais são as mais importantes faz toda a diferença, porque indica também em quais áreas de TI a sua empresa pode encontrar mais oportunidades. Como, por exemplo, na nuvem, na segurança cibernética e na análise de dados.

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A base para a lista abaixo é o “2017 IT Skills And Salaries Report” (Relatório de Salários e Habilidades de TI de 2017), elaborado pela Global Knowledge, empresa norte-americana de treinamento e certificação em TI. Cada certificação é acompanhada pelos respectivos pré-requisitos:

         1. Cisco CCNA Cyber ​​Ops

Com essa certificação, os profissionais de TI atingirão a proficiência na detecção rápida de ameaças. Oferecida pela Cisco, permite que profissionais desenvolvam “um olho vigilante e proativo para a segurança e a capacidade de proteger as organizações em uma configuração do Security Operation Center (SOC)”, de acordo com esta matéria do portal CIO. A Cisco promete, na conclusão, que o profissional estará preparado para “a carreira de analista de segurança cibernética nos centros de operação de segurança”.

Pré-requisitos: Não há pré-requisitos para fazer o curso CCNA Cyber ​​Ops.

         2. CompTIA Cybersecurity Analyst (CSA +)

Já a certificação CompTIA Cybersecurity Analyst (CSA +) foi projetada para validar um nível intermediário de habilidades de segurança cibernética, segundo o texto do CIO. Análise de risco, detecção de ameaças, configuração do sistema e análise e interpretação de dados estão entre os campos contemplados.

Pré-requisitos: CompTIA Network + ou competências CompTIA Security + (ou conhecimento equivalente). Três a quatro anos de experiência prática de segurança. Também é recomendável ter o exame CompTIA Security +, embora não seja necessário.

         3. EC-Council Certified Network Defender (CND)

Certificação reconhecidamente rígida, é constituída por um curso de treinamento intensivo em laboratório que ocorre em jornadas de oito horas.

O curso inclui diversos tópicos de segurança e garante a proficiência dos profissionais de TI em áreas como design e implementação de políticas de segurança, solução de problemas de software de segurança, realização de avaliação de risco, aprendendo a detectar e responder a ameaças e muito mais.

Pré-requisitos: Não há pré-requisitos para completar a certificação CND.

         4. Google Certified Professional – Cloud Architect

Como o próprio nome indica, essa certificação é dedicada à nuvem. Os profissionais de TI que realizarem o curso terão habilidades de arquitetura em cloud usando o Google Cloud Platform para projetar, gerenciar, implementar, proteger e dimensionar soluções empresariais.

Pré-requisitos: Não há pré-requisitos para completar a certificação GCP: Cloud Architect.

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         5. MCSE: Cloud Platform and Infrastructure

Também no âmbito da nuvem, essa certificação dedica-se ao Windows Server e ao Microsoft Azure. Com ela, os profissionais de TI obterão proficiência na execução de um data center moderno. O treinamento inclui tecnologia de nuvem, gerenciamento de identidade, gerenciamento de sistemas, virtualização, armazenamento e rede.

Pré-requisitos: Certificação MCSA no Windows Server 2016, Cloud Platform Linux no Azure ou Windows Server 2012.

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Tendências da ciência de dados

Não faria sentido refletir sobre desenvolvimento de profissionais de TI sem olhar para as carreiras mais promissoras do momento.

A principal delas talvez seja a ciência de dados. Considerada uma espécie de intersecção entre diferentes áreas, a data science é composta de uma série de habilidades atuais:

  • visão holística e estratégica;
  • entendimento dos modelos de negócio;
  • capacidade de identificar e priorizar problemas reais por meio de análises de bancos de dados;
  • capacidade de aplicar técnicas de estatística, programação e machine learning adequadas para solucionar esses desafios.

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Neste artigo para o Computerworld, Marvio Portela, vice-presidente do SAS América Latina, lista aquelas que considera as melhores tendências para os cientistas de dados. Você, como líder, deve ficar atento a elas:

Empoderamento dos dados: De acordo com Portela, o “empoderamento dos dados é um processo de alinhamento ou colaboração de todos os envolvidos em um sistema. Isso significa que todos dentro da organização têm acesso às mesmas ferramentas e recursos, bem como aos mesmos depositórios de dados. E, mais importante, significa colocar os dados nas mãos das pessoas certas, ou seja, aquelas que podem usá-los de maneira produtiva”.

Automação: “Automação significa muitas coisas, mas, essencialmente, são as operações autônomas de um processo ou sistema específico”, conta Portela. “Quando trazemos essa abordagem para a Ciência de Dados, temos uma série de softwares e algoritmos usados para ingerir, filtrar e destacar os dados que podem ser analisados posteriormente”, completa ele.

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Data lakes & cleanups massivos: “Muitas organizações estão coletando e armazenando dados em silos departamentais. Esse processo resulta em um pântano de dados. É uma massa vazia de informações e insights potenciais”, relata Marvio Portela no texto da Computerworld. “O desafio é que esses dados precisam ser limpos e organizados antes de serem considerados ‘inteligência acionável’, criando um data lake a partir de um pântano de dados, categorizando, anexando metadados e ordenando tudo em segmentos de armazenamento adequados”, explica. De acordo com ele, muitas empresas já estão buscando profissionais de TI que realizem esse trabalho.

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Uma ferramenta para você monitorar o desenvolvimento dos seus profissionais

É verdade que estamos falando de tendências. Mas existem ferramentas que já oferecem ganhos concretos para sua gestão, principalmente no que se refere ao desenvolvimento de profissionais. Como o Runrun.it, que organiza o fluxo de demandas, otimiza toda a sua comunicação e estima custos e prazos de todos os projetos.

Além disso, o Runrun.it te proporciona dados sobre entregas e desempenho. Isso diminui seu tempo investido em microgestão e aumenta sua disponibilidade para trabalhar o aprimoramento dos profissionais de TI. Experimente agora grátis: http://runrun.it

 

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