2018 vem aí: tendências em negócios, tecnologia e recrutamento

2018 vem aí: tendências em negócios, tecnologia e recrutamento

O desenvolvimento de sistemas compartilhados e inteligentes, algo que já era considerado importante nas tendências do ano passado, continua em alta e figura entre as estratégias de mercado com maior impacto na indústria, além do gigantesco potencial de inovação, estando entre os destaques das tendências para 2018.

Agora, vamos conhecer esta e outras novidades que prometem agitar o mercado no ano que vem.

Tendências de negócios para 2018

De acordo com Billee Howard, em artigo para a Forbes, não houve ano em que tenhamos presenciado tantas mudanças quanto este. Esse modelo de evolução constante e disruptiva terá continuidade em 2018, promovendo encurtamento das distâncias entre cultura, comércio, setor público e privado.

Com essa tendência de negócio mantida para 2018, a função do CMO (Diretor de Marketing) ganha importância ainda maior, devido à confluência de fatores que transitam desde a transformação digital até os negócios orientados a resultados específicos. Confira as maiores tendências para 2018 nesse sentido:

1. Estamos vivenciando uma era de economia experimental. As regras tradicionais não mais se aplicam

As antigas regras para negócios foram reduzidas à sigla TQM, ou Total Quality Management (Gestão da Qualidade Final), em que as empresas de maior sucesso progrediam ou regrediam com base na sua capacidade de entregar um produto de qualidade, dentro de um sistema perfeito e consistente. Isso, de acordo com as antigas regras, direcionaria a fidelidade dos clientes e asseguraria uma posição de liderança no mercado.

Na última década, contudo, as transformações produziram rápida substituição da sigla TQM por outra, a TEM (Total Experience Management ou Gestão da Experiência Final). Como essa transformação tem atuado desenfreadamente em todo o setor industrial, as ofertas baseadas em valores perderam apreço, uma vez que as experiências vencedoras passaram a nortear e redefinir os pontos necessários para conduzir o negócio.

2. Na era da experimentação, TODOS são clientes

Hoje, as organizações responsáveis pelas experiências de maior sucesso são aquelas que lideram a nova era de comércio colaborativo, o que é feito com a mobilização de produtos e gestão de pessoas para melhorar o engajamento e a manutenção dos profissionais da equipe.

A chave dessa tendência para 2018 é perceber que todos, inclusive os que estão dentro da organização, precisam ser encarados como clientes em potencial. O próximo passo é envolver um planejamento estratégico que abarque o desenvolvimento de experiências tanto pela ótica B2B (Business-to-Business) quanto B2C (Business-to-Consumer) e B2E (Business-to-Employee).

3. Vivemos uma era de negócios em que a colaboração, a inclusão e os projetos sustentáveis atuam como propulsores. Empatia é a palavra-chave

A economia de proposta colaborativa que estamos vivendo criou um apelo para que os líderes empresariais contribuam com a construção de um mundo melhor, de forma a superar a distância entre os setores público e privado e transparecendo o alcance real dos resultados.

Essa mudança de paradigma instigou questões que as marcas aproveitaram na construção de conexões mais pessoais e profundas com os consumidores. A nova receita para um plano bem sucedido nos negócios, assim, é ter propósitos centralizados em torno de três eixos principais: propostas aspiracionais, inclusão e empatia.

Tendências tecnológicas para 2018

De acordo com artigo de Kasey Panetta para a Gartner, três palavras definem as tendências para 2018 em tecnologia: rede, inteligência e digital.

Confira, a seguir, quais os artifícios envolvendo a Inteligência Artificial e os meios digitais que atuam em conexão com as redes de pessoas e dos mais diversos sistemas para expandir conteúdos, negócios e fornecimento de serviços:

1. Sistemas Inteligentes

Especula-se que a capacidade de usar a Inteligência Artificial (IA) para aprimorar a tomada de decisões, reinventar modelos de negócios e ecossistemas, além de aprimorar a experiência do cliente, será o ponto de maior investimento das iniciativas digitais até 2025.

2. Aplicativos e Análises Inteligentes

Nos próximos anos, cada aplicativo, gadget ou serviço digital contará com a incorporação da Inteligência Artificial em algum nível. A IA funcionará de forma discreta na base dos mais variados estilos de aplicativos, dando origem a categorias inteiramente novas.

3. Internet of Things

À medida que a tecnologia se desenvolve, a IA e a aprendizagem de máquinas (machine learning) aparecerão em uma variedade cada vez maior de objetos, desde equipamentos de saúde inteligentes até robôs de colheita autônomos para fazendas.

Leia mais sobre Inteligência Artificial, Internet of Things e Machine learning nos nossos artigos relacionados:

 

4. Digital Twins

Digital Twins é o termo que se dá aos modelos virtuais de ativos físicos ou processos industriais. A curto prazo, a tecnologia Digital Twin (gêmeos digitais) impactará no gerenciamento de ativos, mas eventualmente irá incorporar valor à eficiência operacional e às informações sobre como os produtos são usados ​​e como eles podem ser melhorados.

5. Era das Nuvens

A Edge Computing diz respeito à descentralização do armazenamento e / ou processamento dos dados, descrevendo uma topologia de computação em que o processamento de informações e a coleta / entrega de conteúdo são disponibilizados em nuvem.

A minimização de problemas gerados por conectividade e latência, restrições de largura de banda e maior funcionalidade embutidas no sistema em nuvem favorecem esse tipo de modelo.

Saiba mais sobre Cloud Computing e Big Data em nossos artigos relacionados:

 

6. Plataformas Conversacionais

As plataformas de conversação ou conversacionais gerarão uma mudança de paradigma na interação do usuário com o computador. Esses sistemas são capazes de gerar desde respostas mais simples, como previsões climáticas, até interações mais complicadas, como reservar uma mesa em um restaurante badalado. Leia nosso artigo sobre pesquisa por voz aqui.

7. A vez das experiências imersivas

A Realidade Aumentada (AR), a Realidade Virtual (VR) e a realidade mista estão mudando a maneira como as pessoas percebem e interagem com o mundo digital.

Combinados com plataformas conversacionais, esses recursos promovem uma mudança fundamental na experiência do usuário, que vivencia intensamente a sensação de imersão.

Fornecedores ligados a diversas áreas, desde a produção de aplicativos, softwares e sistemas até o desenvolvimento de plataformas completas, competirão na entrega de serviços dentro desse modelo.

8. Blockchain

O Blockchain é uma carteira de registro financeiro compartilhada, distribuída, descentralizada e de transações mediadas pelo uso de tokens. Seu uso dispensa a intervenção de instituições financeiras, por ser independente de aplicativos e participantes – dentro do conceito da infraestrutura de uma criptomoeda. Esse sistema permite que mesmo partes não confiáveis ​​troquem transações comerciais de forma segura.

A tecnologia mantém a promessa de mudar indústrias e, embora a maioria das abordagens foque nas oportunidades financeiras, o Blockchain possui também muitas aplicações potenciais no governo, saúde, distribuição de conteúdo, rede de suprimentos e mais.

9. Focando nos eventos

Empresas digitais devem apostar na capacidade de intuir e explorar novos momentos comerciais dentro do mercado digital. Eventos comerciais, dentro dessa definição, refletem a descoberta de novos estados ou mudanças de estado, como a conclusão de um pedido de compra.

Eventos empresariais ou combinações de eventos podem trazer informações sobre o momento comercial, ou seja, a detecção prévia de uma situação, permitindo que as ações necessárias sejam planejadas com antecedência.

10. Adaptação Contínua do Risco e da Confiança (CARTA)

O negócio na era digital criou um ambiente de segurança complexo e em constante evolução. O uso de ferramentas cada vez mais sofisticadas acabou, também, por aumentar o potencial das ameaças, motivo pelo qual novos métodos preventivos, como o CARTA, devem ser estudados para manter a integridade e a segurança operacional e de dados da sua organização.

A avaliação de adaptação contínua do risco e da confiança, ação resumida na sigla CARTA (Continuous adaptive risk and trust assessment), permite a tomada de decisões em tempo real, com determinação do risco e da segurança, com respostas que se adaptam ao nível de segurança ideal para seu negócio digital.

Tendências em recrutamento

A agência Robert Half, especializada em recrutamento, preparou um Guia Salarial para 2018 que você pode obter gratuitamente por este link.

Além das informações de pesquisa salarial e tendências de contratação no mercado brasileiro, esses dados ajudarão a validar sua tomada de decisões em contratações e recolocações no mercado de trabalho.

As tendências são separadas por área (Engenharia, Finanças e Contabilidade, Recursos Humanos, Mercado Financeiro etc) e abordam perspectivas de melhora do cenário econômico, técnicas para um recrutamento mais eficiente e características dos candidatos das novas gerações.

Por exemplo: no campo da tecnologia, o estudo apresenta uma projeção de melhora em salários de, no mínimo, 4,38% para o cargo de desenvolvedor back-end, em relação a este ano, e no máximo de 16,98% para CSO (Diretor de Segurança).

Acompanhando as tendências para 2018

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