De gestor para gestor: uma ferramenta para resolver seus desafios profissionais

De gestor para gestor: uma ferramenta para resolver seus desafios profissionais

Para um negócio dar certo, aspirantes a empreendedores lotam salas e salas de MBAs atrás de uma ideia brilhante que seja (ou se torne) necessidade para o público. Parte das grandes ideias são disruptivas: exploram um mercado ainda desconhecido com uma solução jamais pensada. Do outro lado estão propostas que vêm da necessidade dos próprios empreendedores – um cliente com dificuldade em usar um serviço telefônico, ou uma bancária que cansou de ser enganada por mecânicos. Neste segundo time, estão profissionais com demandas ainda mais específicas, como resolver a bagunça de uma empresa que cresceu rapidamente e de forma desordenada. Foi o desafio que Franklin Valadares, então CTO da Aorta (empresa pioneira em mobile no Brasil), resolveu com o Runrun.it.

Em 2011, ele e os demais executivos da Aorta suavam para entender onde os colaboradores estavam investindo seus esforços. “Mesmo com grandes clientes, o lucro não aparecia”, afirma. Como consequência, as áreas ficavam jogando a culpa umas nas outras à medida que a qualidade das entregas caía (os prazos, obviamente, viviam estourados). Então começou a escrever o código da ferramenta que iria resolver seus problemas como gestor: o Runrun.it.

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O novo sistema de gestão ajudou não só a arrumar a casa como contribuiu para sanear as finanças da Aorta, que, como resultado, foi adquirida em 2012 pelo Grupo RBS. Já fora da empresa, Valadares decidiu investir recursos próprios junto com dois outros sócios, Antonio Carlos Soares e Patrick Lisbona, para tornar o Runrun.it uma empresa – e poder oferecer a solução a outros gestores.

Em 2013, a empresa recebeu investimento de dois dos mais importantes fundos de tecnologia do mundo – a 500Startups, do Vale do Silício, e a brasileira Monashees. De lá pra cá, mais de 100.000 empresas já usaram o sistema em 130 países – como Bosch, Natura, Fiat Chrysler, Estrela e Banco BMG. A startup passou de 6 para 70 funcionários e, no ano passado, mais que dobrou seu faturamento.

Como?

O Runrun.it é uma ferramenta colaborativa de gestão, que organiza o fluxo de trabalho e registra todas as discussões e decisões sobre um determinado projeto. Além disso, ao contabilizar o tempo que os profissionais trabalham nas tarefas, ele prevê atrasos e quando o orçamento vai estourar. A visão em Dashboard TV reforça a gestão à vista, em que todos ficam sabendo das metas e atingimento dos resultados. “É uma das formas mais modernas de se gerenciar hoje em dia”, afirma o CEO Antonio Carlos Soares.

Ao oferecer controle de tempo, das atividades da equipe, das prioridades, dos custos dos projetos e registro de todas as discussões e documentos atrelados às tarefas, o Runrun.it supre as necessidades que antes eram atendidas com o uso de várias ferramentas ao mesmo tempo. Unindo tudo em um só lugar, ele aumenta a eficiência geral das equipes. Além disso, Soares afirma que “é direcionamento da empresa, e meta do time de suporte, manter o cliente satisfeito”.

Segundo pesquisa com os clientes, o uso do Runrun.it traz um aumento médio de 25% na produtividade das equipes.

Desafios x Benefícios

Se você é gestor, seja de uma empresa pequena ou de uma multinacional, já deve ter passado por algum (ou vários) dos problemas que o Runrun.it ajuda a resolver. Segue uma lista das principais dores de cabeça que Valadares, Soares e Lisbona sentiam na Aorta – e que hoje não vivenciam mais à frente da Runrun.it.

  • Falta de controle sobre o que a equipe está fazendo, quando as tarefas serão entregues e quem está mais disponível para receber novas demandas.
  • Falta de formalização e comunicação centralizada de tarefas e projetos.
  • Falta de visibilidade sobre as entregas.
  • Falta de controle sobre os custos.
  • Falta de controle sobre os prazos.
  • Necessidades de relatórios assertivos sobre o que já foi feito e análise preditiva do que será feito.
  • Conflito entre pessoas e áreas, fazendo com que as equipes trabalhem para si, e não para a empresa como um todo.
  • Desalinhamento sobre os profissionais que merecem ser reconhecidos.
  • Falta de dados para precificar o cliente de forma justa.

 

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