Gestão 3.0: práticas e aplicações para melhorar sua liderança

Gestão 3.0: práticas e aplicações para melhorar sua liderança

Já pensou em fazer a gestão da sua empresa através de jogos e aplicações práticas, como Mapas pessoais ou Quadros de delegação? Esses são apenas dois exemplos que fazem parte da filosofia da Gestão 3.0. Através dela, você pode conquistar uma melhor performance de liderança e aumentar a produtividade, focando no desenvolvimento pessoal e motivação dos funcionários.

Para falarmos sobre a Gestão 3.0, é importante ter em mente o que vem antes desse conceito. A Gestão 1.0 se estrutura através de hierarquias rígidas. No topo está concentrada a minoria, que detém o poder e a tomada de decisões, e abaixo está a maioria, que apenas obedece. Para tentar suavizar a inflexibilidade da Gestão 1.0, a versão 2.0 tenta algumas melhorias, mantendo a mesma estrutura, porém propondo a descentralização e compartilhamento de ideias entre as pontas da hierarquia.

Se quiser saber mais, veja nosso texto sobre o que é gestão.

O que é Gestão 3.0? 

 
Durante mais de 15 anos, Jurgen Appelo, autor do livro Management 3.0, esteve à frente da gestão de empresas de tecnologia, que falharam, devido a problemas de gestão. Em sua palestra no TEDxLille “Managing for Happiness”, em 2016, Appelo conta uma experiência que teve ao tentar melhorar a sua gestão.

Ele, como gestor, convidou seus funcionários para um jantar em sua casa. Quando todos estavam lá, ele os surpreendeu e disse que eles seriam responsáveis por cozinhar. Appelo ficou apenas observando e administrando o sistema ao redor das pessoas, ao invés de gerenciar cada trabalho individualmente. O jantar foi um sucesso, tanto que ele repetiu essa dinâmica outras vezes.    

De acordo com o texto “What Management 3.0 is About”, do site Management 3.0: “A gestão 3.0 não é um outro framework, é uma mentalidade de mudança contínua, combinada com jogos, ferramentas e práticas para ajudar qualquer funcionário a gerenciar uma empresa. É uma maneira de ver os sistemas de trabalho. A gestão 3.0 segue a ideia de que 95% do desempenho da empresa é fruto do todo e não de um único indivíduo, ela examina e analisa como esse sistema pode encontrar as soluções certas para melhorar a liderança nas organizações”.

Em 2018, Appelo foi eleito um dos Top 100 “Leadership Speakers” pela revista Inc. No vídeo abaixo, ele explica como, em sua opinião, a Gestão 1.0 está fazendo a coisa errada, e que apesar da Gestão 2.0 ter boas intenções, ela não é eficiente como a Gestão 3.0, quando falamos de motivar pessoas. O conteúdo está em inglês.

Os 6 pilares da Gestão 3.0

 
A gestão 3.0 é representada por Martie, um monstro com 6 olhos – como na nossa ilustração de abertura deste artigo. Pode parecer assustador, mas não é! Cada olho deste simpático monstro representa um setor ou um valor da empresa que precisa de atenção.

1. Energizar pessoas 

Para motivar e engajar as pessoas, que são a parte mais importante da empresa, elas precisam estar ativas e dispostas. Para que isso aconteça, vale desde criar um ambiente criativo até aplicar os Motivadores CHAMPFROGS (Moving Motivators), onde cada letra significa uma palavra:

  • Curiosidade
  • Honra
  • Aceitação
  • Maestria
  • Poder
  • Liberdade (Freedom)
  • Relacionamento
  • Ordem
  • Objetivo (Goal)
  • Status

 
Falaremos mais sobre eles no tópico de Práticas e aplicações da Gestão 3.0.

2. Empoderar equipes

“Os melhores gestores são como mágicos em histórias de fantasia: eles ajudam os heróis a vencer, mas nunca fazem o trabalho para eles”, afirma o texto “How to Empower Teams” do site Management 3.0. Ou seja, é necessário delegar atividades e dar confiança para que as equipes tenham capacidade de autogestão e liberdade para trabalhar.

Como o próprio Appelo diz, em um artigo publicado em seu perfil no Medium: “A gestão é importante demais para ser deixada apenas para os gerentes”. Porém, delegar atividades precisa ser um ato equilibrado entre a maturidade do time e o tipo de decisões que serão tomadas. Para isso, você pode seguir uma escala que começa com “vou contar para a minha equipe”, passa por “vou consultá-la e depois decidir” e “vou consultá-los, mas eles que decidem”, até delegar completamente.  

Essa prática pode ser feita através de um Quadro de delegações, da qual falaremos sobre no tópico Práticas e Aplicações da Gestão 3.0.  

3. Alinhar limitações

As limitações se referem a dois pontos: tanto aos objetivos da organização quanto aos seus valores. Por mais engajado que um time esteja é importante definir quais são suas metas, em quanto tempo se pretende alcançá-las e como elas se encaixam no propósito da sua empresa.  

A melhor forma de saber se o seu objetivo está alinhado ao seu contexto e as suas limitações é usar o princípio SMART.

O seu objetivo é/pode ser feito em?

  • Simples
  • Mensurável
  • Realizável
  • Relevante
  • Tempo determinado

 
A missão, visão e valores também ajudam a guiar o funcionário, que através deles, consegue observar se aquele espaço, com as regras e princípios que possui, são satisfatórios, e acima de tudo, claros.

Com os valores definidos, o trabalho agora é cultivá-los e inserir as aplicações práticas, que serão capazes de consolidar esses valores na empresa, criando uma cultura organizacional.

4. Desenvolver competências 

Um time empoderado precisa, também, ser capaz, para assumir as responsabilidades e executar um bom trabalho.  

Primeiro você precisa saber quais são os comportamentos da sua empresa nas áreas de pessoal, ferramentas, funcionalidade, qualidade, tempo, processos e valores. Depois de analisada cada área, existem duas ações que fazem a diferença: melhores feedbacks e fazer reuniões produtivas, por exemplo.

“Essa reunião poderia ter sido um e-mail”, quantas vezes você já não passou por isso? Reuniões desse tipo acabam desmotivando a equipe, porque os assuntos importantes, como a tomada de decisões ou reuniões de brainstorm ficam perdidas em encontros desnecessários.

Aproveite esse tempo para escutar a sua equipe, e para dar melhores feedbacks. Fazer isso é importante porque receber uma avaliação dá um propósito para o time, aumenta a felicidade, dá abertura para sugestões de inovação e os mantêm produtivos.

Além de um feedback direcionado para os times, dentro da gestão 3.0 você pode fazer um Feedback Wrap com os seguintes passos:

  • Explique o contexto;
  • Faça uma lista com as suas observações;
  • Expresse os seus sentimentos;
  • Explique o valor;
  • Ofereça sugestões.

 
Os times não vão desenvolver suas competências se os colaboradores não estiverem capacitados para isso, por isso é importante criar um ambiente de aprendizado contínuo.

Você também pode utilizar a técnica do feedback canvas para fazer uma avaliação coletiva. Além disso, com uma ferramenta de gestão do trabalho como o Runrun.it, você pode mensurar a produtividade dos seus funcionários, extrair relatórios de custos e saber quanto tempo todos estão gastando em cada tipo de atividade, para cada cliente.

5. Crescer a estrutura 

O desejo de crescer faz parte de qualquer organização. Os acontecimentos políticos e econômicos mundiais podem ditar tendências de crescimento, o que faz com que seja importante repensar a estrutura física e organizacional com contratações mais objetivas e revisão da hierarquia.

Isso pode criar um ambiente colaborativo e consciente de trabalho, já que todos sabem o seu papel na empresa.

6. Melhorar tudo 

Imagine que você está em um jogo de tabuleiro e o final do jogo é o sucesso ou o cumprimento de uma meta, como por exemplo, 35% de crescimento anual. Para chegar a este final, às vezes, será preciso voltar algumas casas para poder dar um passo à frente.

Na gestão 3.0 os erros fazem parte do processo de melhoria contínua na gestão, como receita do sucesso.

“Um ótimo jeito de um gestor conduzir uma mudança é torná-la desejável e fazer com que a estagnação seja dolorosa”, diz o texto “How to Improve Everything”, do site Management 3.0. A partir do momento que esse sentimento se torna parte da cultura da empresa, os movimentos de melhoria se tornarão mais naturais.

Existem três estratégias para melhorar a performance: experimente e mude hábitos individuais, faça uma mescla de práticas antigas de bons gestores com as atuais e aprenda com outros líderes que compartilham suas informações.

Para Appelo, você pode usar  7 regras para gerenciar de maneira criativa:

1. Cultive a diversidade
2. Estabeleça um mercado competitivo
3. Confie do mérito que as aplicações práticas da gestão 3.0 fornecem
4. Não faça previsões, mantenha sempre os olhos aberto
5. Mantenha o local de trabalho atualizado
6. Otimize as mudanças
7. Mantenha a mente aberta, faça conexões ao invés de se limitar

A gestão 3.0 não é necessariamente uma metodologia, e sim conceitos que estão aliados com uma série de práticas. Não existe uma regra, ou linearidade a ser seguida. Para aplicá-la em sua empresa primeiro é necessário discutir para quais pontos, ou com quais olhos de Martie a empresa vai dar atenção.

Você também pode optar por um facilitador, que nada mais é do que um profissional que é especializado na gestão 3.0.

Runrun.it pode te auxiliar a entender como funciona o corpo complexo da sua empresa, onde estão os seus gargalos de tempo e como está a sua equipe, em níveis de interação, entregas e produtividade.

Práticas e aplicações da Gestão 3.0 

 
Se a Gestão 3.0 é uma mudança de pensamento, as aplicações práticas e jogos desenvolvidos por Appelo podem colocar a sua empresa de vez na era do 3.0.

  • Caixa Kudo e Cartas  

Ou o poder de um “Obrigado”. Para aplicar esse sistema você vai precisar de cartões coloridos e uma caixa de papelão. A ideia é que você faça um momento de pausa no seu dia e pense em algo ou alguém que você gostaria de agradecer pelo trabalho, desempenho e dedicação.

A frequência não precisa ser diária, você pode defini-la de acordo com a necessidade da sua empresa. Seja semanal ou mensal, o importante é criar esse momento de reconhecimento entre os funcionários.

Você pode, inclusive, estabelecer pequenos prêmios, como um jantar ou ingressos para o cinema, para os funcionários que mais escrevem bilhetes de agradecimento ou para aqueles que trocaram entre si os bilhetes. Ou a “recompensa” pode ser a felicidade que traz essa troca, reforçando esse ciclo de feedbacks mútuos. 

O próprio Appelo reconhece que essa prática pode ser algo difícil de fazer todos os dias, por isso ele sempre adiciona à sua lista uma tarefa de “Dizer obrigado”, para que ele não se esqueça e sempre dê o exemplo para os outros funcionários. Outra dica é colocar a caixa em lugares de fácil acesso ou onde exista uma alta circulação de pessoas.

Neste vídeo, Appelo dá dicas sobre as caixas Kudo e conta a história de uma mulher que guardou um cartão de agradecimento por dois anos. O conteúdo está em inglês:

  • Motivadores CHAMPFROGS 

Como falamos no tópico Energizar Pessoas, os Motivadores CHAMPFROGS (Moving Motivartors) são um modelo, idealizado por Appelo, para que as pessoas possam refletir sobre sua própria motivação e como eles são afetados por mudanças na empresa.  

Cada letra de CHAMPFROGS representa uma questão estratégica.

  • Curiosidade: Você ainda tem coisas para pensar sobre e tem ideias relevantes?
  • Honra: Como conquistar as pessoas ao meu redor? Eu tenho orgulho que meus valores pessoais refletem no meu trabalho?
  • Aceitação: Sou aceito pelo que eu faço e por quem eu sou pelos meus colegas?
  • Maestria: Minhas habilidades são capazes de dar conta dos desafios?
  • Poder: Como eu exerço autoridade e como eu a recebo?
  • Liberdade (Freedom): Você é independente e livre para fazer suas atividades? Quais são os limites?
  • Relacionamento: Você se relaciona bem com seus colegas?
  • Ordem: Você é organizado? As regras da empresa são o suficiente para o ambiente?
  • Objetivo (Goal): Seus objetivos de vida refletem no seu trabalho? Você é otimista?
  • Status: Como está a sua credibilidade na empresa?

 
Agora vamos ao jogo! Cada palavra representa uma carta. O primeiro passo é colocar as cartas na ordem de importância para você. Por exemplo, se você acha que Liberdade é mais importante do que Status, coloque a carta da Liberdade em primeiro e assim siga a sequência até chegar no que é menos importante.

O segundo passo é discutir como as mudanças, externas e internas, podem afetar a sua motivação. Se você trocasse de área da empresa como seria? E se algumas regras e permissões fossem alteradas? Aqui você pode criar cenários que são possíveis na sua empresa.  A missão é organizar as cartas entre motivações positivas e negativas, é como uma lista de prós e contras para te ajudar na tomada de decisões.

No terceiro passo é hora de discutir, sobre quais pontos são mais, ou menos, importantes para o time. Com a discussão feita em grupo você vai conseguir ver quais são os indicadores importantes para aquela equipe e quais podem ser capazes de atrapalhar a produtividade.  

  • Quadros de delegação

Pensando em Empoderar times, um dos olhos de Martie, você pode aplicar o Quadro de delegações, para, aos poucos, dar mais autonomia para o seu time, sempre considerado o contexto de uma situação.

Ou seja, você não vai passar um grande projeto para a total responsabilidade da sua equipe logo de cara, porém você pode incluí-los nas decisões em um processo de 7 etapas:

1. Diga: você vai explicar a sua decisão, sem necessidade de discussão sobre o assunto;
2. Venda: Você apresenta uma ideia e tenta convencer o seu time;
3. Consulte: primeiro você pergunta e depois, a partir das respostas, você vai tomar a decisão respeitando a opinião do time;
4. Concorde: a decisão é tomada em conjunto, levando em conta a opinião de todos os envolvidos;
5. Aconselhe: Você dará a sua opinião, porém a decisão final é do time;
6. Questione: Deixe que o seu time tome a decisão e depois peça para que eles te convençam;
7. Delegue: Finalmente, a decisão é de total responsabilidade do time, já que eles têm competência e conhecimento para isso.

Use os 7 níveis de delegação para tomar decisões chave na sua empresa. Por exemplo, crie um quadro com o que precisa ser decidido na empresa: escalas de feriados, flexibilidade de horários, definição de OKR e em seguida define em qual dos 7 níveis isso será decido. Assim, uma decisão sobre escalas de feriado pode estar no nível 6, de “questione”, ou uma definição de OKRS pode ser deixada no nível de “consulte”.

Isso torna a tomada de decisões transparente e faz com que você conquiste a confiança do seu time. Neste vídeo, Appelo fala sobre as decisões que podem estar no Quadro de delegações e sua aplicação. O conteúdo está em inglês.

  • Mapas pessoais 

Você senta ao lado do seu colega durante 8 horas por dia, mas o que você realmente sabe sobre ele? Mudanças na estrutura do trabalho, como empresas virtuais e trabalho remoto podem dificultar esse contato interpessoal com diferentes opiniões e histórias de vida.

Inspirado na técnica dos Mapas mentais, Appelo chegou a técnica dos mapas pessoais. A ideia é que você se interesse, e faça um esforço, para entender quem são os seus colegas de trabalho.

Pegue uma folha de papel e escreva o nome do seu colega no centro, e aí, como em uma mapa mental escreva palavras que tenham relação com ele, seja sobre a personalidade, hobbies, ou fatos sobre ele. Comece com pequenas coisas e vá expandindo para características mais profundas.  

Na experiência do própria Appelo, como ele aponta no vídeo abaixo, os melhores resultados acontecem quando cada um faz o seu próprio Mapa pessoal e depois compartilha com os colegas.

O conteúdo está em inglês: 

  • 12 passos para a felicidade 

Falar sobre felicidade e satisfação no ambiente de trabalho pode parecer ilusão ou papo furado, porém na Gestão 3.0, pensando no bem estar dos funcionários e no sistema complexo que é uma empresa, Appelo elaborou 12 passos para se alcançar a felicidade.

Agradeça pelo menos uma vez por dia, por algo ou alguém dentro da empresa;

1. Agradeça pelo menos uma vez por dia, por algo ou alguém dentro da empresa;
2. Dê alguma coisa para alguém ou torne possível que alguém dê algo para uma pessoa;
3. Ajude alguém que precisa;
4. Se alimente de forma saudável;
5. Faça exercícios;
6. Descanse;
7. Experimente coisas novas;
8. Explore a natureza, não fique apenas preso na sua sala de concreto;
9. Medite;
10. Mantenha e dê atenção para as suas relações sociais;
11. Estabeleça um objetivo e faça com que os funcionários da empresa o entendam e ajudem a conquistá-lo;
12. Sorria.

Agora que você já sabe o que é a Gestão 3.0 e quais são as práticas que você pode adotar na sua empresa, veja um case de uma empresa brasileira que adotou esse tipo de gestão no dia a dia.

 Case de Gestão 3.0

 
 A empresa brasileira Just Digital, especializada em consultoria, implementação e treinamento de soluções e projetos de Enterprise Search (Busca Corporativa) e Content Management System (Gestão de Conteúdo) adotou ideias e práticas da Gestão 3.0.

Em 2010, a Just Digital decidiu melhorar sua gestão, já que apresentava alta rotatividade, devido aos horários de trabalho fora do padrão. Para fazer isso, eles contaram com a ajuda de uma consultoria (Adaptworks), para fazer uma mudança de cultura, com mais qualidade de vida no trabalho, dando para os funcionários mais tempo para a vida social.

Os experimentos começaram com a utilização de Caixas Kudo. Os feedbacks passaram a ser feitos de forma mais transparente, através de um painel, e a recompensa (que funciona através de uma gamificação), também foi anunciada desde o início. Dessa forma, todos sabiam qual seria o processo.

A Just Digital também adotou os Motivadores CHAMPFROGS, para entender qual a era a real motivação de cada colaborador da equipe. “Pessoas diferentes, possuem motivações diferentes e cada um tem objetivo maior que deseja alcançar em suas vidas, pelo menos naquele momento”, afirma Thomas Kuryura, que trabalhava na Just Digital na época das mudanças, no vídeo “How to use Agile Practices for a Leaderless Team”.

Para empoderar equipes e delegar melhor as funções foi preciso quebrar a hierarquia antiga. Na nova estrutura, os funcionários podem tomar decisões e não apenas recebê-las dos gestores. 

Ferramenta para aplicar a Gestão 3.0

 
Agora que você já sabe o que é gestão 3.0 e tem o conhecimento para fazer pequenas mudanças, é importante buscar uma ferramenta que seja uma aliada nessa mudança de mentalidade. Para saber onde as horas da sua equipe estão sendo alocadas e em qual projeto a sua equipe está trabalhando no momento você pode usar o Runrun.it como seu braço direito.

Através do seu sistema colaborativo você consegue unir todos os colaboradores da sua empresa em uma única plataforma, que registra o tempo e a tomada de decisões, assim cada um consegue entender seu lugar na empresa e se comunicar com todos. Experimente grátis: Runrun.it

 

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