Data driven business: saiba como conduzir a operação com base nos dados

Data driven business: saiba como conduzir a operação com base nos dados

Já pensou em dirigir à noite com os faróis desligados? Acelerar sem ver aonde se está indo beira à insanidade. Mas o que era um simples feixe de luz no começo do automóvel ganhou complexidade e a forma como dirigimos está em constante evolução. Atualmente, não contar com um sistema de navegação, seja em um aplicativo no celular ou no próprio computador de bordo, é como estar com os faróis apagados. E com tecnologias disruptivas, o jeito de dirigir continua mudando drasticamente, até o ponto de não haver necessidade de tantos motoristas. É assim também na gestão das empresas. Por isso, cada vez mais se fala em data driven business – ou empresas cuja estratégia é guiada por dados.

As organizações de alta performance já vivem essa cultura de dados. A corrida é para se atualizar e implementar cada vez mais ferramentas, que combinam automação e inteligência artificial para conseguir resultados mais precisos e rápidos. O desafio maior é dos negócios que ainda precisam incorporar a cultura dos números no dia a dia.

Foi-se o tempo em que o feeling do gestor definia os rumos da companhia. O insight não surge de uma noite de insônia, mas de informações colhidas muitas vezes na experiência do usuário. É preciso estruturar a coleta, valorizar os dados e criar sistemas com análises rápidas e assertivas. Afinal de contas, se perder em um mar de informação não ajuda nenhum gestor na tomada de decisão.

E para uma verdadeira transformação, a mudança deve vir de cima. Neste texto da NG Data, gestores dão dicas de como dirigir empresas se baseando exclusivamente em números. Conheça algumas formas de introduzir a cultura de dados na sua organização.

Colete dados

É a opinião de Sean Higgins (co-fundador da Ilos, ferramenta de captura de tela) expressa no texto. Um tanto óbvio, não é mesmo? Mas se estamos falando de uma gestão baseada em números, a transição da cultura da empresa para um data driven business passa pela definição de quais dados importam. Higgins lembra que é necessário levantar os KPIs que definem sua performance, qualidade, capacidade e resultados estratégicos.

Ainda é comum encontrar empresas que coletam informações e as guardam apenas como referência, sem realmente refinar e utilizar esses dados. Após captar os números, o caminho natural é processá-los de forma automatizada, para que os sistemas possam alterar previsões, confirmar estratégias ou identificar problemas antes de eles aparecerem.

Inicialmente, alguns dados podem não parecer diretamente ligados à tomada de decisão e o volume armazenado pode assustar. Porém, é preciso um olhar amplo e uma infraestrutura que suporte essa coleta para posterior decisão de onde você irá mirar as análises. Caso sua empresa ainda não trabalhe na nuvem, chegou a hora. Neste artigo sobre cloud first e cloud only, abordamos este mindset, que está intimamente ligado ao data driven business.

Mostre a importância dos dados

Como gestor(a), dê autonomia às equipes com a condição de que as decisões sejam tomadas com base em dados concretos. Sem uma métrica de performance, sem uma análise aprofundada ou sem uma indicação clara dos números do negócio, a equipe estará à deriva. Assim pensa Jay Dwivedi, fundador do xInvest Consultants.

De acordo com Dwivedi, a cobrança do embasamento para cada decisão é a motivação para incrementar a coleta e realmente utilizar tanta informação de maneira assertiva. Mesmo que em uma fase inicial, os dados sejam para comprovar uma intuição ou conhecimento empírico.

Essas decisões podem ser desde a contratação de um novo colaborador ou promoção de alguém da equipe. É preciso tirar as ações do automático e questionar tudo, valorizando os dados para a cultura realmente mudar.

Turbine a capacidade analítica da empresa

Ao aumentar o uso da automação no processo, a capacidade de análise cresce. Para chegar ao ponto de utilizar big data para conduzir a empresa, é preciso ser capaz de “digerir” um volume imenso de informação. Além de equipes, as plataformas e as ferramentas serão auxiliares indispensáveis para a gestão.

É o que já acontece nos casos médicos em que a inteligência artificial indica caminhos de tratamento, probabilidades e calcula riscos dos pacientes. O médico continua sendo o gestor do tratamento, mas o trabalho pesado de análise já não precisa estar mais em suas mãos.

A inteligência artificial na medicina é fácil de imaginar com tanta precisão e avanços de diagnóstico. Porém está em todas as áreas. Neste artigo, tratamos da inteligência artificial na publicidade, um mercado que a princípio é repleto de subjetividade.

A guinada do Blockchain

Já falamos um pouco sobre Blockchain no blog, e como essa tecnologia disruptiva está revolucionando diversos setores. O mercado financeiro é o primeiro setor mais afetado. Com as criptomoedas, o sistema monetário como conhecemos hoje corre um sério risco de extinção. As pessoas e organizações simplesmente poderão prescindir de instituições financeiras para intermediar as relações comerciais.

Mas, se os serviços intermediários forem inteligentes e deixarem a vida mais prática, eles continuarão necessários. E isso só é possível se a empresa lê os dados que os clientes geram na experiência do usuário.

Ao sair da esfera financeira e se aprofundar nos dados, o blockchain pode mudar a própria constituição das empresas. É assim com as DAOs – Decentralized Autonomous Organizations (Organizações Autônomas Descentralizadas). Em uma DAO, as regras da empresa circulam por contratos inteligentes via tecnologia de blocos em cadeia. Além disso, os stakeholders podem votar um investimento via blockchain, por exemplo.

E nessa onda democrática e descentralizada, o data driven business ganha ainda mais força, já que para tomar a decisão todos devem ler os números certos.

Ferramenta de automação para organizar os dados

Os números servem como auxiliar de confiança para a tomada de decisão e para uma consciência ampla e profunda do negócio. Com o aumento da competitividade, não há espaço para suposições ou achismos: incentivar o data driven business é fundamental. É preciso dirigir não apenas com os faróis ligados, mas com geolocalização, reconhecimento de percurso, consulta rápida a Big Data e Internet das Coisas.

É exatamente por acreditar na cultura de dados que o Runrun.it fornece entre suas funcionalidades: KPIs e relatórios práticos para gerenciar projetos e equipes com base em informações precisas. Além disso, a ferramenta automatiza processos burocráticos, organiza o fluxo de trabalho e conta com um timesheet automático.

Veja o impacto que os dados geram na sua performance. Faça um teste hoje mesmo: http://runrun.it

 

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