7 CEOs traçam estratégias de crescimento para gestão de empresas

7 CEOs traçam estratégias de crescimento para gestão de empresas

O que você verá neste artigo sobre estratégias de crescimento para gestão de empresas em momentos de crise:

  1. 1. Esteja pronto para as mudanças
  2. 2. Investimento constante em inovação
  3. 3. Valorização do capital humano
  4. 4. Revisão dos processos internos na gestão de empresas
  5. 5. Ampliação da cartela de produtos e serviços
  6. 6. Aposta em marketing e divulgação da marca
  7. 7. Planejar é preciso, e dar as caras também

 

Ao pensar em expectativas de negócios e gestão de empresas, considerando o atual cenário político-econômico brasileiro, é provável que você tenha dúvidas ou até mesmo se sinta pouco confiante em relação ao futuro próximo. Mas saiba que as empresas brasileiras tem, sim, espaço para continuar se valorizando em meio a um ambiente de resultados corporativos melhores e perspectivas de reformas macro e microeconômicas no país. Segundo o boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central, ainda em julho teria ocorrido a primeira trégua na trajetória de revisões de baixa nas expectativas do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2019. E para Paola Bonoldi e Magali Bim, gestoras da Brasil Plural, “apesar da revisão do PIB para baixo, o mercado ainda trabalha com uma projeção de resultados muito melhor para esse ano do que foi o ano passado”.

Mas, para saber de fato o que está passando pela cabeça do empresariado a respeito das perspectivas para o segundo semestre, perguntamos para gestores, empreendedores e donos de pequenas e médias empresas quais são as expectativas e estratégias de crescimento que pretendem adotar.

Embora a economia ainda não tenha engrenado (saímos de uma projeção de crescimento, no início do ano, de 2,7%, e agora já se discute um percentual de menos de 1%) e a confiança não seja tão presente, há expectativas com relação à aprovação de algumas reformas (previdência e tributária).

O blog falou com Frank Koji Migiyama, especialista em reestruturação de empresas e sócio diretor da consultoria FK Consulting Pro, que disse que os impactos vindos da previdência e dos acordos comerciais são de médio para longo prazo. Mas, a curto prazo, isso já afeta o humor no ambiente de negócios e faz com que planos de investimentos que estavam engavetados comecem a sair do papel.

Outro fator positivo apontado pelos empresários seria a queda na projeção da taxa Selic de 6% para 5%, o que representaria um grande estímulo na economia pois, quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, incentivando assim a produção e o consumo, reduzindo a inflação e estimulando a atividade econômica.

Conversamos com sete líderes – presidentes, diretores, fundadores e CEOs –  para saber suas estratégias traçadas para enfrentar os desafios na gestão de empresas no segundo semestre deste ano. Vamos a elas.

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1. Esteja pronto para as mudanças

Claudio Zini, diretor-presidente da Pormade

Para o líder de uma das maiores fabricantes de portas do Brasil, o mais importante nesse momento é “perceber as mudanças e adaptar-se a elas com muita rapidez antes da concorrência. Seguimos investindo em tecnologia para nos aproximarmos sempre mais dos clientes”.

Zini também afirma que o foco dos seus investimentos está voltado para as pessoas. “Semanalmente, trazemos para nossa fábrica em torno de 40 arquitetos e 100 instaladores de portas. Com isso, eles conhecem os processos da empresa e têm acesso aos produtos, que contam com alta qualidade e preço competitivo. Tudo isso demonstra que estamos no caminho certo para seguir nossos planos de crescimento”.

2. Investimento constante em inovação

Ronaldo Fernandes da Silva, presidente da multinacional francesa FM Logistic

Ronaldo  afirma que, apesar do mercado atual demandar ações mais prudentes e cautelosas, “as atividades não podem parar”. Segundo ele, a empresa “direciona sua atenção aos investimentos constantes em tecnologia e inovação para agilizar ainda mais as operações logísticas dos nossos clientes e, consequentemente, oferecer mais qualidade e custos competitivos”.

Anualmente, a empresa investe cerca de 5 milhões de euros em inovações tecnológicas – e nesse ano não será diferente. “Acreditamos que em períodos de crise surgem as melhores oportunidades. É quando as empresas com know how conseguem ampliar seu escopo de serviços, desenvolver as melhores estratégias sempre alinhando com as necessidades dos clientes e do mercado”, afirma o empresário.

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3. Valorização do capital humano

Frank Koji Migiyama, especialista em reestruturação de empresas e sócio diretor da consultoria FK Consulting Pro

“As estratégias para o crescimento no ramo da consultoria consistem em atender bem, rápido, entregando resultados perenes e alto impacto tanto financeiro, como operacional”. Nesse sentido, o empresário afirma que esse é o momento ideal para o desenvolvimento de pessoas. Segundo ele, “de nada adianta trabalhar custos e despesas se não tivermos uma melhoria no planejamento estratégico comercial. Portanto, um trabalho forte na integração de vendas, operações e financeiro é essencial. Mais crucial, como comentado acima, é ter pessoas preparadas e sempre desafiadas para uma rápida resposta com criatividade e melhor técnica nas áreas de processos, financeiros, operacionais e comerciais”.

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4. Revisão dos processos internos

Kleber Pinto, co-fundador e líder de projetos em comunicação da midiaria.com

Kleber nos contou que já atua desde o primeiro trimestre do ano no sentido de garantir o crescimento da empresa. “Mensalmente, avaliamos nossa operação e revisamos nossos custos operacionais sem dispensa de capital humano, nosso bem mais valioso. Já reduzimos nossos gastos em 30% e agora no segundo semestre estamos re-adequando o uso de softwares e revisando contratos de serviços terceirizados”.

Para o empresário, um outro ponto de atenção seria focar em serviços que atendam o maior número de empresas possível, sejam elas multinacionais ou microempresas. “Desta forma, estamos buscando manter o fluxo de novos clientes e projetos”.

5. Ampliação da cartela de produtos e serviços

Fabio Louzada, fundador da plataforma Eu Me Banco, voltada para Economia, Investimentos e Certificações

Fabio pretende ampliar o seu leque de cursos presenciais, online e simulados, além de contratar professores e especialistas em conteúdo para levar seus cursos presenciais para outros estados. Ele ainda afirma querer aumentar a verba voltada para marketing, “visto que hoje, apesar de ter uma grande presença nas redes, usamos pouca verba para divulgação. A ideia é aumentar o investimento nessa área também”.

6. Aposta em marketing e divulgação da marca

Renato Rodrigues, sócio fundador da gestora de imóveis MaisM2

Renato conta que seu negócio “já nasceu com estratégias diferenciadas de crescimento”. Ainda no segundo ano de vida, sua estratégia é de divulgação: “Neste ano, fizemos grandes investimentos em marketing e divulgação, que permitem a grandes empresas, bancos e fundos saberem quem é a MaisM2.” Além disso, ele aponta a “formação de times coesos e preparados para o novo momento” como parte das estratégias de crescimento sustentável para o semestre.

7. Planejar é preciso, e dar as caras também

Mayra Reis, fundadora da Alma Gestão

Este é o momento para se investir ainda mais em planejamento, segundo Mayra. “Planejamento estratégico, planejamento de marketing e divulgação, planejamento financeiro. Dedicar tempo e energia em bons planos, analisar os melhores e piores cenários e possibilidades ainda são, para mim, as melhores maneiras de lidar com esse sobe e desce do mercado”.

Além disso, a gestora pretende participar e organizar eventos, compartilhando conhecimento e dialogando com clientes e parceiros, através de palestras e rodas de conversa. “Acredito muito na troca de ideias e em momentos como esse é muito importante ouvir as dores do próximo, do seu cliente, e caminhar junto com ele. Acreditamos que novas ideias são geradas e aperfeiçoadas com diálogo. Gostamos do famoso ‘olho no olho’”.

Traçando estratégias de crescimento

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