Mapeamento de competências: soft skills são as novas habilidades corporativas. Por que você deve dar importância a elas?

Mapeamento de competências: soft skills são as novas habilidades corporativas. Por que você deve dar importância a elas?

No mundo corporativo, as habilidades hoje são outras. Muito mais subjetivas, difíceis de serem mensuradas, mas facilmente reconhecíveis no dia a dia do trabalho. Por isso, o bom mapeamento de competências leva em conta os talentos não técnicos. Afinal, nós não temos uma matéria específica de “gestão do tempo” ou “organização” ao longo da vida acadêmica. Mas o mercado tem reconhecido cada vez mais as soft skills que aumentam a competitividade e são decisivas para o sucesso.

O termo veio em contraponto às chamadas hard skills. Neste artigo da Fast Company, há uma ótima definição: hard skills é o que você faz e soft skills é como você faz. Em outras palavras, como você conduz as tarefas, como você acelera o seu desempenho e como você emprega o seu conhecimento em um trabalho em equipe. O artigo apresenta um estudo da iCIMS sobre as soft skills mais desejadas pelos recrutadores. Confira essa lista de qualidades modernas:

1. Solução de problemas

Dentro do mapeamento de competências, essa está diretamente relacionada à criatividade. Claro que, com conhecimento técnico, você soluciona um problema. Mas já faz um tempo que você não precisa saber todas as respostas. Você precisa saber é fazer as perguntas certas.

Porém, se o projeto emperra em alguma fase, você já sabe qual soft skill está faltando na sua equipe. Em um currículo, é possível mostrar a competência de solucionar problemas citando algum case: uma simples indicação de problema e solução. E uma boa dica para identificar em sua equipe essa competência é não ficar atento apenas aos problemas. Um profissional que tem essa característica bem desenvolvida pode resolver questões antes mesmo delas crescerem o suficiente para entrarem no seu radar.

2. Capacidade de adaptação

Lembra daquela máxima de Darwin? “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”. Quando vamos da seleção natural para o mundo corporativo, se adaptar é uma dose de resiliência, que é suportar mudanças sem modificar seu âmago, com a capacidade de se reinventar.

Tolerar uma condição passageira, atualizar-se constantemente, saber contribuir com diversos tipos de equipes, chegar em um projeto e conseguir colaborar. Todas essas são facetas da capacidade de adaptação.

3. Gestão do tempo

Essa competência é a chave do sucesso para as organizações enxutas, quando é preciso desempenhar diversas funções diferentes. Envolve planejar o dia, ter em mente as tarefas mais urgentes e não se perder na execução de cada uma.

E se você planeja errado o período da tarde achando que vai dar tempo de fazer tudo, vai sobrar trabalho para casa para cumprir o prazo. Então, a gestão do tempo não é fazer tudo no menor tempo, mas ter a consciência de quanto tempo leva cada atividade e agrupá-las nos períodos certos.

>> Leitura recomendada: Você tem uma boa gestão de tempo?

4. Organização

Fundamental quando se trata de mapeamento de competências. Pois a organização permite dar respostas imediatas, encontrar informações de forma mais rápida e não fazer com que o trabalho dependa exclusivamente do que está na sua cabeça. A ausência de organização pode ser confundida com desatenção. Uma pessoa organizada corre menos risco de trocar o nome do cliente, ou de encaminhar um arquivo errado para um fornecedor, ou de “esquecer” uma tarefa que ficou perdida nos e-mails.

>> Leitura recomendada: 8 razões para substituir o e-mail por software de gestão

5. Comunicação

Taí uma competência que quando fraca pode acabar com todas as outras. A qualidade de se comunicar, de forma oral e por texto, vai evitar falhas, informações trocadas, incompreensão, quebra de expectativas, só para citar alguns pontos do dia a dia. Com certeza, há funções que demandam muito mais poder de comunicação que outras.

Mas mesmo os cargos mais técnicos, em que o profissional tem pouco contato com a própria equipe, uma falha de comunicação (ou de compreensão) vai causar estrago. Saiba mais neste artigo sobre como realizar uma comunicação eficaz.

O curioso é que, enquanto o conhecimento técnico pode ser transmitido de um profissional para o outro, as soft skills são difíceis de serem ensinadas. Isso porque soft skills estão diretamente relacionadas a hábitos, habilidade social, comportamento e forma de enxergar o ambiente. É exatamente por isso que muitas empresas recrutam seus talentos mirando nas soft skills fortes dos candidatos, já prevendo um treinamento das hard skills necessárias para a função.

A propósito, uma forma de conhecer melhor os candidatos para uma vaga e evitar problemas futuros é o teste DISC. Nele, a pessoa deve assinalar a característica que a descreve da melhor maneira, entre quatro possíveis. Saiba mais neste artigo sobre teste DISC.

Em busca do equilíbrio

Como recrutador ou gestor de equipe, você deve saber como aproveitar melhor cada talento, fazendo um bom mapeamento de competências. Por meio dele, você saberá o que aprimorar, ou como compor um grupo de trabalho.

Quando falamos de aprimorar soft skills, o desafio em equipes muito técnicas é maior, mas não impossível. É preciso deixar bem perceptível as qualidades que você quer desenvolver na sua equipe. Assim, um profissional que se apóia apenas em suas hard skills não vai menosprezar o item “organização” em uma avaliação. Neste artigo, você tem outras dicas para cultivar soft skills em equipes técnicas.

É automático falar de gestão de equipe quando falamos de soft skills, mas o mapeamento de competências vale de forma individual também. Como profissional em busca de novos desafios, é primordial o autoconhecimento. A propósito, você sabe qual é seu perfil profissional? Descubra neste teste eneagrama.

Enfim, você deve reconhecer quais são as soft skills que você já tem e que estão bem desenvolvidas, e quais você precisa trabalhar para que haja uma mudança de hábito e na forma como você conduz seus projetos. É a combinação de conhecimento técnico e essas novas habilidades corporativas que fará toda a diferença.

Vale lembrar que, ao mesmo tempo em que vivemos o processo de automação de atividades, algumas habilidades como solução de problemas, capacidade de adaptação, criatividade e empatia são essenciais. Para o futuro do trabalho, os profissionais com essas características ocuparão vagas que as máquinas não poderão.

>> Leitura recomendada: As tendências do futuro do trabalho

Mapeamento de competências de forma inteligente

Por auxiliar na comunicação, na gestão de projetos e no fluxo de trabalho, o Runrun.it é um importante aliado seu para o mapeamento de competências. A gestão da equipe pela plataforma permite reconhecer gargalos, levantar curvas de desempenho, identificar e explorar as competências de cada membro da equipe.

E para os colaboradores também é ótimo, já que tem funcionalidades que estão diretamente ligadas às competências do profissional moderno. Por exemplo, é possível evoluir naturalmente a gestão do tempo e a sua organização utilizando a plataforma. Faça um teste grátis e aprimore as suas soft skills: http://runrun.it

 

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