Tendências de mercado para 2021: como a sua empresa pode se manter competitiva?

Tendências de mercado para 2021: como a sua empresa pode se manter competitiva?

Conhecer as tendências de mercado para 2021 é fundamental para a sua empresa se manter competitiva, principalmente, após tantas mudanças na forma de trabalhar e se comunicar com o público devido à pandemia da COVID-19. Se a sua organização se manteve atenta às mudanças do mercado e tentou adotá-las na rotina, você está no caminho certo! Afinal, o que as tendências nos mostram é que não haverá mudanças tão diferentes das que já presenciamos em 2020.

A principal diferença é que em 2021 as empresas e pessoas deixam de encarar as modificações como temporárias e passam a buscar formas de aplicar a longo prazo essas novas formas de gestão de pessoas, trabalho e projetos. 

Para te ajudar a entender quais são e como aplicar as tendências de mercado em 2021, nós separamos alguns pontos importantes que podem guiar a sua empresas nesse momento. Confira os tópicos abordados:

 

Como seguir trabalhando em 2021?

É provável que você conheça pessoas que passaram a trabalhar em home office – talvez a sua própria empresa tenha aderido ao formato – devido à pandemia da COVID-19. Essa mudança foi feita quase que do dia para a noite, mas o que as tendências de mercado para 2021 nos mostram é que o trabalho remoto não perde espaço, mesmo com o possível surgimento de um imunizante para o coronavírus. 

Isso porque, trabalhar a distância garante ganhos para os dois lados: empresas e colaboradores. Segundo este artigo do Entrepreneur, equipes remotas são mais baratas e rápidas, principalmente, para as pequenas e médias empresas (PMEs, com até 250 funcionários), que tiveram o alívio no orçamento ao riscarem o custo do aluguel de escritórios ou mudar para coworking – muito mais em conta do que um ambiente exclusivo. Para os colaboradores, este artigo aponta que os benefícios são:

  • Maior autonomia com tempo livre e ritmo de trabalho; 
  • Qualidade de vida em família;  
  • Menos exposição a riscos; 
  • Economia com deslocamento, alimentação e vestuário; 
  • Flexibilidade com o horário, ambiente de trabalho e na escolha de residência; 
  • Diminuição de clima de competição entre colaboradores.
 

Além disso, um estudo da Buffer apresenta que os colaboradores preferem receber ao menos 76% da sua carga de trabalho em home office. Isso mostra como as pessoas também estão inclinadas a seguir o trabalho híbrido. A nossa pesquisa de clima organizacional, feita com 252 colaboradores de agências, aponta que 81,5% dos entrevistados gostariam de trabalhar em dias alternados (presenciais e remotos). 

O ideal é que empresas e colaboradores tenham uma comunicação transparente sobre suas expectativas na forma de trabalhar no pós-pandemia. O nosso levantamento, mencionado anteriormente, dá algumas direções sobre o que as equipes esperam:

  • Ter horários mais flexíveis (70%);
  • Continuar trabalhando de forma 100% remota (57,5%);
  • Mais integração com os colegas (54%);
  • Receber mais feedbacks (54%);
  • Contar com ferramentas de trabalho mais efetivas (46%).
 

Além disso, o estudo da Buffer mostra que dificuldades de colaboração e comunicação são os maiores desafios do trabalho remoto. Para eliminar essa barreira, você pode contar com o Runrun.it, um software de gestão que melhora a comunicação da equipe, permite a criação e acompanhamento das tarefas e gera relatórios de produtividade – o que evita aquela sensação de que o trabalho não está acontecendo.

>> Leitura recomendada: Saúde mental no home office: como cuidar do bem-estar

A liderança que as empresas e equipes esperam

É de se imaginar que se a relação empresa e colaborador sofreu mudanças, a forma de liderar também ganhou novos contornos. Afinal, algumas habilidades passaram a ser ainda mais relevantes no trabalho remoto. Uma das capacidades de gestão de pessoas mais citadas para 2021 é a liderança resiliente. Essa habilidade permite que mesmo diante de obstáculos, os gestores tomem decisões assertivas e estratégicas. A psicóloga Elisa Leão apresenta, em sua tese, as soft skills que constroem a resiliência: 

Com essas habilidades faz sentido a resiliência ser uma das tendências de mercado para 2021. E de acordo com um artigo da Forbes, a liderança resiliente ainda é a capacidade chave para todas as demais características essenciais para ser um bom líder em 2021, sendo elas:

  1. 1. Praticar a resiliência e o autocuidado – Estar ciente e no controle de suas emoções permite que você não fique tão abalado ao enfrentar desafios e se recupere mais rapidamente.
  2. 2. Pedir feedbacks – Estar aberto a ouvir sobre o seu desempenho. Para isso, você pode aplicar a avaliação 360º, onde não há restrições hierárquicas e todos têm espaço de fala e escuta.
  3. 3. Tenha empatia – Você pode praticar os pilares da comunicação não-violenta para ter uma melhor relação com a sua equipe, ou seja: observar ao invés de julgar, pedir o que possa melhorar o dia a dia e identificar necessidades e sentimentos.
 

De acordo com um artigo da Deloitte, os principais pontos fortes dessa liderança ainda são:

  • Se basear em fatos;
  • Definir prioridades no momento;
  • Saber o que não é negociável para a rentabilidade de clientes;
  • Centralizar a tomada de decisões;
  • Cultivar colaboradores engajados e clientes fiéis;
  • Colocar a missão da empresa em primeiro lugar;
  • Manter-se conectado às preocupações de clientes, equipes e comunidades locais.
 

Diversidade nas empresas 

Além de fortalecer a resiliência, as empresas também devem se engajar para levar mais diversidade de talentos para dentro de suas organizações. Essa tendência não é nova, mas é cada vez mais imprescindível. Isso porque, o público tem cada vez mais observando a pluralidade em cargos de liderança. 

Para tentar eliminar discriminações nos processos seletivos, a consultoria Great Place to Work mostra que empresas têm optado por seleções às cegas. Isso significa que os gestores só sabem as qualificações dos candidatos. Que é o que importa para ocupar uma vaga, não é mesmo?

A diversidade não é apenas uma resposta ao público. Ela traz ganhos cobiçados pelas empresas, como a inovação. Isso porque, diversidade também representa a pluralidade de ideias, ingrediente essencial para criar algo novo. Um relatório da consultoria McKinsey mostrou, justamente, que pluralidade de pessoas e lucratividade andam de mãos dadas. Para o estudo, as empresas que investem em diversidade de gênero têm 15% mais chances de alcançar lucros maiores do que as demais. Quando a pesquisa analisou a diversidade cultural e étnica as chances de lucratividade subiram para 33%.

Outro artigo da McKinsey foca em diversidade nas empresas da América Latina. O estudo aponta que o investimento em pluralidade gera mais felicidade entre os colaboradores, maior retenção de talentos e promove mais confiança e trabalho em equipe. Com base nos dados coletados, a consultoria dá dicas de como fortalecer a diversidade e a inclusão nas empresas:

  • Garantir a representação de talentos diversificados;
  • Fortalecer a liderança inclusiva como competência essencial;
  • Viabilizar a equidade de oportunidades;
  • Combater a microgestão;
  • Promover um senso de pertencimento em relação ao trabalho.
 

Mulheres e mercado de trabalho: como fica o pós-pandemia?

Um estudo da McKinsey sobre Mulheres no Local de Trabalho em 2020 revelou que a paridade entre homens e mulheres já caminhava a passos lentos. Com a pandemia, esse caminho pode atrasar ainda mais. Isso porque, a rotina de trabalho, cuidado de crianças e afazeres domésticos engoliu o tempo das mulheres de forma que as atividades não cabem em 24 horas. Para muitas a solução é se desligar das empresas, o que a longo prazo diminuirá ainda mais a presença de mulheres em cargos de liderança. 

Para evitar essa evasão de talentos, o relatório da consultoria indica que as empresas devem olhar para as expectativas de produtividade e avaliar se elas são realistas para o dia a dia das suas colaboradoras que são mães. Além de desenvolver medidas internas que não penalizem de nenhuma forma essas mulheres. 

Já a Harvard Business Review apresenta um artigo com 4 dicas que os homens podem praticar no dia a dia do trabalho remoto para tornar as rotinas de suas colegas mulheres mais agradáveis, sendo elas:

  • Criar interações em que as mulheres se sintam pertencentes ao ambiente de trabalho;
  • Certificar que as mulheres estão sendo ouvidas nas reuniões;
  • Dividir informações estratégicas sobre o trabalho de maneira igual;
  • Distribuir tarefas de liderança com igualdade entre os colaboradores.
 

>> Leitura recomendada: Como a vulnerabilidade na liderança pode fortalecer a conexão do time

Quais são as tendências de marketing que a sua empresa deve ficar de olho?

Essas mudanças vistas acima, que privilegiam a diversidade, relações de mais igualdade e empatia não são só internas. Pelo contrário, as empresas devem cada vez mais levar esses conceitos para o planejamento de marketing. Isso acontece, segundo um relatório da FleishmanHillard, porque as pessoas estão cada vez mais observando posicionamentos coerentes e ágeis por parte das marcas. Com isso, desacordos entre seus valores pessoais e atos das organizações impactam diretamente no consumo. 

Um relatório da Edelman, que ouviu 12 mil pessoas em 12 países, revelou que um em cada três entrevistados convenceram outras pessoas a pararem de consumir uma determinada marca ao considerarem sua atuação não adequada nesse período. Diante dessas mudanças, a Deloitte apresenta sete tendências de marketing para as empresas guiarem suas ações em 2021. 

1. Propósito

Intenção de fazer algo, vontade, plano ou projeto. Essas são as principais formas de se definir o que é propósito que, no mundo corporativo, nada mais é do que a razão pela qual uma organização existe. Por conta da pandemia, a missão e os valores das empresas têm se tornado cada vez mais relevantes, porque são a base mais sólida na qual você pode se apoiar para desenvolver as estratégias e as pessoas não consomem apenas o seu produto/serviço, mas também os seus valores. Portanto, deixar que eles transpareçam nas ações de marketing pode se tornar uma vantagem competitiva, pois desperta a identificação do público. 

2. Agilidade

Por conta da mudanças rápidas, que vieram com o Mundo VUCA (acrônimo em inglês para volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade) e a pandemia, a agilidade acabou se tornando ainda mais relevante para os times de marketing. Por exemplo, uma pesquisa realizada pela Deloitte, com 2.447 consumidores ao redor do mundo, mostrou que 58% deles foram capazes de lembrar com facilidade o nome de marcas que responderam rapidamente aos efeitos da pandemia. Além disso, a Deloitte apresenta que em relação à agilidade no digital: 

  • 67% das empresas entrevistadas aumentaram sua presença nas redes sociais; 
  • 57% alterou de forma significativa as plataformas digitais que possuíam para atender melhor às necessidades dos consumidores; 
  • 49% aumentou o número de eventos e workshops online. 
 

A partir disso, podemos chegar à conclusão de que as empresas tiveram que aumentar sua presença no digital para ocupar o mesmo espaço que seus clientes e ouvir suas necessidades para melhorar a experiência dos usuários. O que pode te ajudar nessa parte é relacionar criatividade e inteligência de dados, habilidades que estão cada vez mais sendo unidas pelas empresas para entender e surpreender o público.

3. Experiência humana

Orientar os projetos da organização para melhorar a qualidade da experiência do usuário já é um movimento que vem crescendo, mas que acabou se fortalecendo com a pandemia, pois as interações sociais e conexões humanas foram profundamente afetadas nesse cenário. 

Além disso, a base para a construção de experiências humanas está nos valores, emoções e ações. Isso mostra que as tendências estão de certa forma conectadas, já que para aprimorar ainda mais suas estratégias de marketing é necessário combinar o melhor de cada uma.

4. Confiança

Para o relatório da Deloitte, as marcas devem olhar o que as pessoas mais valorizam. Essa tendência está fortemente atrelada ao propósito da marca, isso porque a base da construção do relacionamento cliente-marca depende da coerência das ações e alinhamento com os valores, como vimos acima. 

5. Participação

No mesmo sentido da confiança, a participação tem como objetivo elaborar estratégias que aumentem o engajamento da empresa com o público, seja através das redes sociais ou outros canais pelos quais você costuma se relacionar com o seu cliente. 

O engajamento está se tornando uma via de mão dupla já que os consumidores estão cada vez mais assumindo o papel de divulgadores das marcas com as quais eles se identificam. Dessa forma, é possível aproveitar esse sentimento que nasce de uma forma genuína para torná-los parte da sua marca. Uma das formas de se fazer isso é apostar na co-criação, o que faz com que as pessoas se sintam parte do seu processo de desenvolvimento, aumentando as chances de recomendação. 

6. Fusão 

Essa é a tendência apontada pela Deloitte cujo objetivo é focar na criação de novos produtos ou serviços, através de ações colaborativas com outras empresas ou setores estratégicos. Esse tipo de ação já é bem comum na internet, justamente porque possibilita que o público A conheça o que B tem a oferecer e vice-versa. Assim, além de combinar ideias, também é possível combinar recursos de ambos. 

7. Talento 

A última tendência da Deloitte está diretamente relacionada aos profissionais que trabalham com marketing. Isso porque, a necessidade de se atualizar é cada vez mais latente em um mercado extremamente competitivo. Portanto, além desse pensamento voltado para o desenvolvimento de uma melhor jornada para o profissional de marketing, aqui entra também a automação de processos, que libera tempo para os colaboradores da área se dedicarem ao trabalho criativo, que de fato gera valor para a sua empresa. 

[Bônus] Consumo local

Além das tendências listadas pela Deloitte, nós identificamos o consumo local como outra inclinação do público. Segundo o estudo da FleishmanHillard, citada acima: “Os consumidores estão comprando ativamente produtos de origem local e artesanais, enquanto apoiam as lojas da comunidade em sua tentativa de manter a si mesmos e suas comunidades saudáveis”.

Essa mudança de hábito foi fortemente impulsionada pelas novas práticas de consumo na pandemia, já que as pessoas precisavam comprar de locais próximos à residência. Para os consumidores, passa a ser importante o impacto social do consumo, bem como o investimento em empresas que estão alinhadas com os seus valores.

Planejamento financeiro mais ágil

Em um estudo sobre transformação digital nas empresas, a McKinsey apontou que um dos principais problemas para implementar a tecnologia de forma assertiva nas rotinas é que os líderes não estão familiarizados a ambientes instáveis. Por privilegiarem a segurança e a estabilidade contínua da empresa acabam não conseguindo responder rapidamente às mudanças de cenário. 

Os gestores acabam tendo esse comportamento em todas as áreas, não apenas se tratando de tecnologia. E o que as tendências de mercado para 2021 nos mostram é que agilidade não pode faltar. Para isso, uma pesquisa sobre orçamento da McKinsey aconselha as empresas adotarem planejamentos financeiros simplificados, que permitam a alocação de recursos de maneira estratégica, sem deixar de ser ágil.

Para elaborar esse orçamento, o estudo indica que as empresas devem focar em um planejamento financeiro preparado para o Mundo VUCA. Isso significa que ele não será perfeito, mas que será capaz de fazer mudanças sem abalar a estrutura da organização. Para isso, será necessário ter um “orçamento estratégico radicalmente redesenhado e reimaginado”, indica o relatório da consultoria.

Dessa forma, os gestores conseguem ter discussões mais ousadas e alinhadas ao planejamento estratégico, desbloqueando mais valor e agilidade nas decisões de alocação de recursos. Para te ajudar nesse processo, a pesquisa dá cinco dicas:

  1. 1. Combata a incerteza com testes;
  2. 2. Reimagine o negócio de uma base zero;
  3. 3. Preserve alguns gastos de forma centralizada para criar flexibilidade;
  4. 4. Atribua talentos financeiros às áreas de maior prioridade;
  5. 5. Repense a tomada de decisões para agilizar processos.
 

Orçamento Base Zero pode ser ágil

Como vimos nas dicas da McKinsey, o Orçamento Base Zero pode te ajudar a montar um planejamento financeiro mais ágil. Parece um pouco inusitado atrelar esse orçamento à agilidade, já que ele é um modelo que demanda tempo. Mas, para a consultoria, a maioria das empresas precisaram, em 2020, alocar recursos no improviso e por isso o plano orçamentário não pode ser mais histórico. 

Uma pesquisa realizada pelo Capterra, com 409 colaboradores de PMEs de diversos setores de todo o país, aponta que as empresas precisaram alocar recursos financeiros do dia para a noite para manter a empresa funcionando e se adequar à nova realidade. No entanto, 47% não tinham nenhum plano de gestão de continuidade de negócios. Por isso, o ideal é que em 2021 as empresas repensem quais são as áreas mais estratégicas, recursos essenciais e como alcançar as metas após as mudanças da pandemia.

Além disso, a McKinsey analisa que os gestores já estão usando princípios do Orçamento Base Zero, pois os líderes “foram forçados a mover recursos de áreas que antes eram consideradas intocáveis ​​e viram que essas mudanças resultaram em uma melhor priorização de projetos, um melhor entendimento dos custos fixos ​​e uma visão mais clara dos riscos e oportunidades”.

Se você quer saber mais sobre como aplicar o Orçamento Base Zero na sua empresa, assista o webinar que o nosso CEO, Antonio Carlos Soares, fez sobre o assunto:

Quais são as tendências de tecnologia para 2021?

A maturidade digital nas empresas foi uma área essencial em 2020, afinal, muitas organizações estavam lidando com o home office pela primeira vez ou investindo mais em e-commerce para atender a demanda. Para que o fluxo de trabalho e de comunicação interna das empresas seja eficiente e seguro, a Forbes indica como tendência o armazenamento na nuvem, principalmente, oferecido por empresas SaaS (Software as a service). 

O uso da nuvem não é uma tecnologia nova, no entanto, a segurança de informações em home office está se tornando um tema cada vez mais central na sociedade e as empresas estão em busca de serviços capazes de garantir que os dados não sejam vazados.

Outra tendência que foi impulsionada com a pandemia é a automação de processos, a área só tende a aumentar em investimentos até julho de 2021, como mostra a pesquisa Ten Trends Shaping U.S. Manufacturing in the Next Twelve Months. Um estudo da McKinsey calcula que 50% das atividades executadas atualmente pelas empresas podem ser automatizadas com tecnologias que já existem e que são efetivas. Entretanto, apenas 10% dessas tarefas realmente são automatizadas.

No entanto, a transformação digital não é só interna, ela abrange relações externas também. Uma pesquisa da McKinsey com 124 instituições de grande e médio porte em diversos setores do Brasil apresenta as quatro alavancas da maturidade digital:

  1. 1. Modelos de negócio – Novas formas de operar e modelos econômicos; 
  2. 2. Conectividade – Engajamento em tempo real; 
  3. 3. Processos – Foco na experiência do cliente, automação e agilidade;
  4. 4. Analytics – Fortalecimento da cultura de dados para tomar melhores decisões. 
 

Softwares de gestão para superar as mudanças

De acordo com a pesquisa do Capterra, citada acima, 63% dos gerentes responsáveis pela compra de softwares afirmam que seus negócios terão de adotar novas ferramentas como resposta à COVID-19. Nesse sentido, softwares de comunicação e segurança do trabalho no home office ganharam destaque. Outro tipo de ferramenta que chama atenção são as de assistência / atendimento aos clientes. Software de colaboração e gestão de projetos aparecem em sequência, com 29% e 28%, respectivamente.   

Para a sua empresa ter mais  segurança de dados e colaboração entre as equipes, você pode contar com o software de gestão Runrun.it, uma plataforma de gestão de tarefas, no qual os gestores podem passar direcionamentos na própria ferramenta, centralizar as informações e ter a visão do todo do trabalho, o que ainda evita que líderes caíam na microgestão. Além disso, nós do Runrun.it fomos reconhecidos como uma das 10 startups de software mais promissoras do Brasil, segundo o Capterra! Crie sua conta grátis e teste: https://runrun.it.

tendências de mercado para 2021

2 thoughts on “Tendências de mercado para 2021: como a sua empresa pode se manter competitiva?

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios estão marcados com *

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>