O impacto das tecnologias emergentes dá origem a uma nova era. Conheça a disrupção criativa

O impacto das tecnologias emergentes dá origem a uma nova era. Conheça a disrupção criativa

Inteligência artificial, computação cognitiva, realidade virtual, realidade aumentada, blockchain… a lista de tecnologias emergentes só aumenta. Cada uma delas vem causando impactos profundos em nossas vidas. Já no universo corporativo, essas tecnologias promovem a chamada disrupção criativa, considerada uma etapa seguinte à da chamada economia criativa. 

O assunto é tão relevante que deu origem a um amplo estudo. Intitulada “Creative Disruption: The impact of emerging technologies on the creative economy” (Disrupção Criativa: o impacto de tecnologias emergentes na economia criativa), a pesquisa foi conduzida pela consultoria McKinsey em parceria com o Fórum Econômico Mundial. E traz tudo o que você precisa saber sobre a relação entre essas tecnologias e a economia criativa.

A pesquisa foi composta por mais de 50 entrevistas com especialistas da Ásia, da Europa e da América do Norte. Fizeram parte também três workshops na China e nos Estados Unidos com participantes do Fórum Econômico Mundial.

Mas o que é mesmo a economia criativa?

O termo foi criado para nomear um modelo de negócio específico: aquele que se origina de atividades, produtos ou serviços desenvolvidos a partir do conhecimento, da criatividade ou do capital intelectual de uma pessoa.

A economia criativa é diferente da economia tradicional, de manufatura, agricultura e comércio. Porque ela foca no potencial individual ou coletivo para produzir bens e serviços criativos. Atualmente, um dos maiores eventos de economia criativa do planeta é o festival SXSW (South by South West), que acontece anualmente na cidade de Austin, no Texas (Estados Unidos).

Da economia criativa à disrupção criativa

De acordo com o estudo da McKinsey, o impacto das tecnologias emergentes na economia criativa já é sensível, dando origem ao conceito de disrupção criativa. No entanto, por causa da maturidade variável das diferentes inovações, os especialistas no assunto afirmaram ainda “ser muito cedo para dizer definitivamente de que forma vão mudar a economia criativa”.

Em vez disso, se concentraram em apontar oportunidades e preocupações para cada uma dessas tecnologias, apresentando os pontos que os gestores devem dedicar mais atenção.  Ou seja, um conteúdo, que você precisa conhecer o quanto antes, para entender o contexto atual das tecnologias. Vejamos agora como se dão esses impactos.

A IA está mudando a cadeia de valores dos conteúdos criativos

Projetos animadores de inteligência artificial vêm sendo desenvolvidos ao longo da economia criativa. Muitos se beneficiam dos progressos da computação cognitiva para fazer análises de conjuntos gigantescos de dados e compreender comportamentos específicos. Dessa forma permitem que os computadores reconheçam padrões e “aprendam” novas ações sem serem especificamente programados para isso.

Assim, a inteligência artificial ajuda os criadores a produzir conteúdos que combinem melhor com as suas audiências. Algoritmos baseados em redes neurais aprendem e classificam as preferências dos usuários — de filmes na Netflix a músicas ouvidas no Spotify, passando por produtos comprados na Amazon. É uma mudança e tanto.

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Como a tecnologia transforma as experiências criativas

Não é só na cadeia de valores que os conteúdos são impactados. O consumo desses conteúdos também é profundamente transformado por tecnologias — sobretudo aquelas consideradas “imersivas”, como a realidade virtual. Segundo uma pesquisa realizada pelo instituto Ipsos, 46% dos entrevistados relacionaram a realidade virtual a novas experiências; e 60% relacionaram a tecnologia a games de ponta.

Além disso, as tecnologias imersivas já provaram ser capazes de proporcionar fortes emoções nos usuários, além de promover aprendizados. Com isso, são aplicadas a uma enorme gama de conteúdos, do compartilhamento de histórias humanitárias (por exemplo, uma imersão na atuação dos Médicos Sem Fronteiras) ao treinamento de diversidade no ambiente de trabalho (com a realidade virtual utilizada para que pessoas confrontem o “diferente” nas empresas, preparando-as para isso).

Ou seja, a experiência com os conteúdos muda profundamente quando essas tecnologias entram em jogo. Sentimentos como a empatia, por exemplo, são muito mais fáceis de se disseminar por meio da realidade virtual.

A economia criativa e as plataformas tecnológicas estão convergindo

Além do potencial de mudar a forma como o conteúdo é produzido e consumido, as tecnologias também são aplicadas a um ambiente mais dinâmico. As plataformas digitais têm sido usadas pelas empresas que querem aumentar a sua base de audiência.

Por isso, essas plataformas se tornaram as maiores fontes de busca, com o Facebook e o Google responsáveis por cerca de 70% do tráfego online. Essa relação está afetando tanto os elementos da edição de conteúdo (que tipo de conteúdo é visto, e porquê) quanto os elementos financeiros (onde o retorno é maior, por exemplo) de informação e de entretenimento.

Isso porque, no campo editorial, as plataformas de tecnologia podem influenciar, intencionalmente ou não, os tipos de conteúdos que surgem. Para se adaptar a estes formatos diferentes e conseguir falar diretamente com o seu público, as empresas atualmente contratam produtores para criar conteúdos voltados para cada plataforma. É a prática conhecida como marketing de influência.

Então, graças a essa convergência, a tendência é que o conteúdo se espalhe ainda mais rapidamente no ambiente online.

>> Leitura recomendada: Entenda o que é a convergência tecnológica

IA ditando os rumos

Aqui, a inteligência artificial é novamente a agente da transformação. Os algoritmos das plataformas garantem que certos formatos sejam priorizados em pesquisas e feeds de usuários.

O Google e o Facebook, por exemplo, desenvolveram uma tecnologia que reduz o período de carregamento dos conteúdos. Mas essa tecnologia requer que tal material esteja conforme os seus padrões. Ao fazer isso, ainda de acordo com o estudo da McKinsey, as plataformas exercem uma seleção editorial automática, que exclui conteúdos que estão fora dessas regras.

Disrupção criativa na gestão do fluxo de trabalho

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