Realidade aumentada no marketing: dicas e exemplos para você sair na frente

Realidade aumentada no marketing: dicas e exemplos para você sair na frente

Os tempos atuais são favoráveis para quem trabalha no marketing, com a variedade das novas possibilidades, mas também com muitos desafios. O conjunto de inovações tecnológicas, ferramentas e metodologias faz com que muitas oportunidades surjam todos os dias, transformando profundamente a maneira como as marcas se aproximam e abordam os seus consumidores. Entre essas novas tecnologias, está a realidade aumentada no marketing, que pode elevar a experiência do cliente a novos patamares.

Já falamos sobre as relações entre realidade aumentada e marketing, ainda que brevemente, neste texto sobre marketing trends para 2018. Agora, vamos abordar o assunto com mais profundidade.

O que é a realidade aumentada?

O portal LiveScience tem uma definição precisa sobre o que é realidade aumentada. Trata-se do uso da tecnologia para sobrepor no mundo informações que acessamos pelos sentidos. Por exemplo, imagens e sons são sobrepostos naquilo que vemos e ouvimos; aromas são sobrepostos ao que sentimos. Ou seja, é a integração de dados virtuais com ambientes reais. Imagine o tipo de interatividade apresentada no filme Homem de Ferro, nas cenas do laboratório secreto de Tony Stark em que ele experimenta pedaços virtuais da armadura com o auxílio de hologramas táteis, e você terá uma ideia mais exata.

Muita gente confunde a realidade aumentada com a realidade virtual. Mas são áreas bem diferentes, uma vez que a realidade virtual designa ambientes desenvolvidos por computadores com os quais interagimos e imergimos. A realidade aumentada (também conhecida como RA), por sua vez, trabalha com a realidade em que vivemos, ao invés de substituí-la.

O texto da LiveScience lembra que, embora a realidade aumentada seja apresentada como algo futurista, já faz algum tempo que a tecnologia existe e vem se desenvolvendo. Por exemplo, as telas dos painéis de aviões de caça que, nos anos 1990, já exibiam a altitude, a direção ou a velocidade do avião. E, apenas alguns anos depois, esses displays mostravam quais objetos na tela eram alvos.

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Pokémon Go, sempre ele

Um dos mais emblemáticos exemplos de uso de realidade aumentada ainda é o Pokémon Go. O jogo para smartphones espalhou as criaturas em diversas cidades do mundo, causando verdadeiro frenesi nas populações locais. Foi uma febre: de celulares em punho, as pessoas espalharam-se por todos os lados para caçar Pokémons.

Até o ano passado, o aplicativo registrou o pico de 65 milhões de usuários mensais ativos em todo o mundo. E se você acha que foi algo fortuito, fruto de acaso, é melhor repensar: John Hanke, o criador do jogo, dedicou cerca de 20 anos ao projeto. De acordo com este texto da Endeavor, a ideia do Pokémon Go começou a surgir em 1996, quando Hanke ajudou a criar o primeiro jogo multiplayer massivo, chamado Meridian 59. A partir daí, a criação do jogo de realidade aumentada constitui uma bela lição de perseverança.

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Realidade aumentada no marketing: o momento atual

Agora, voltando aos tempos atuais, parece ser este o momento da realidade aumentada no marketing. Porque empresas como o Google já desenvolveram dispositivos, como o Google Glass, para incorporar a RA em seus produtos. Agora, a partir da tecnologia, estão buscando novas formas de criar experiências para seus consumidores.

Assim como o Google Glass, várias outras corporações já pavimentam o caminho para o uso da RA. Ou seja, é hora de arregaçar as mangas e encontrar formas de colocar a inovação a serviço de seus clientes.

Esta matéria do Inc42 traz dicas em diferentes campos que podem ser muito úteis para você aplicar na sua empresa:

Marketing de conteúdo

Imagine a realidade aumentada como uma forma de acrescentar outra dimensão ao que você já implementa em seu conteúdo, com imagens e vídeos (aqui, falamos mais especificamente de videomarketing).

A tecnologia permite que a sua audiência reaIize atualizações do conteúdo com o qual está interagindo, por meio da adição ou da subtração de filtros ou de adesivos virtuais que você pode criar e fornecer. Estimule os usuários a customizar os conteúdos da forma que quiserem antes de compartilhá-los.

Publicidade

Essa estratégia de conteúdo não precisa ser aplicada unicamente ao seu website. Você pode incorporar uma abordagem “experimente antes de comprar” às suas campanhas de publicidade. Pense sobre gamificação; amplie a interação e a imersão dos usuários com conteúdos online que se relacionem com um comercial ou outras peças offline.

Dê, ao usuário, mais controle sobre qual direção a sua publicidade vai levá-lo, sem perder a habilidade de transmitir a sua mensagem.

Desenvolvimento de aplicativos

Se seu orçamento e a capacidade técnica da sua equipe permitirem, o próximo passo da realidade aumentada no marketing é o desenvolvimento de aplicativos. Com isso, é possível que os usuários interajam com sua marca de forma mais direta.

Ao adotar essa estratégia, algumas marcas já descobriram que podem convencer os usuários de que seus aplicativos oferecem atributos de interação superiores aos de plataformas de mídia social já existentes. Como resultado, outras pessoas juntaram-se a esses usuários, criando uma comunidade de mídia social em torno dessa marca. Uma tremenda façanha.

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Alguns exemplos mostram o caminho

Neste texto da Forbes, conhecemos três casos muito bem-sucedidos de realidade aumentada no marketing.

Um deles é o Snapchat. Desde o lançamento das lentes de selfie, em 2015, a empresa é considerada como referência de bom uso de realidade aumentada no marketing. Dois anos depois, a novidade tornou-se a funcionalidade mais popular da plataforma, e também virou uma enorme fonte de renda para a empresa, graças aos mecanismos de patrocínio que oferece.

Outro exemplo é a Ikea, empresa de varejo de móveis e acessórios. Em setembro de 2017, a companhia apresentou o IKEA Place, um aplicativo que permite que usuários posicionem, virtualmente, móveis em suas casas.

O aplicativo foi desenvolvido em parceria com a Apple, e coloca automaticamente objetos em escala com uma precisão de 98%. Com isso, a empresa prevê um significativo aumento em suas vendas online.

Outro exemplo vem do setor de vestuário. Recentemente, a Amazon patenteou um “espelho de realidade aumentada”. O dispositivo possui uma câmera que projeta sua imagem na tela e te veste com roupas selecionadas. Assim, ao olhar no espelho, é possível fazer combinações e visualizar como a roupa ficará.

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